Namoro financeira

Dentro do namoro abusivo, a vítima é submissa, ameaçada, inferiorizada, controlada, isolada, e não consegue dizer não para o abusador. Além disso, há, normalmente, uma dependência financeira na relação. É possível até ver em um namoro abusivo casos de infidelidade por parte do abusador. No geral a vítima ou não sabe da ... Listen to Dinheiro X Namoro - Devemos falar em vida financeira durante o namoro? by Patricia Lages for free. Follow Patricia Lages to never miss another show. Licenciada Em Gestão Financeira, Contabilista Inscrita Na OCPCA, Empreendedora e Mãe. Sou apaixonada por Finanças Pessoais, busco sempre o Investimento em Crescimento Pessoal, e o alcance de um Alto Nível de Produtividade. Acho que na vida temos que nos desafiar a conquistar metas e atingir objectivos. A Barkus Educacional é um negócio de impacto social, que visa transformar a vida das pessoas através da inteligência financeira, visão empreendedora e oratória. Possuímos um curso presencial de educação financeira com preço acessível e trabalhamos aplicando metodologias ativas em instituições de ensino. Procuro um homem acima de 40 anos, Boa condição financeira, solteiro, disposto a iniciar e manter um relacionamento normal, maduro e verdadeiro para envolvimento e até casamento. Não me procurem os aventureiros, nem os … finanÇas & namoro Cartão de crédito Netshoes: presenteie a pessoa amada com 70% de desconto Nos tempos em que vivemos, com tantas possibilidades e opções diversas, não existe desculpas para ... Durante o namoro o casal precisa saber organizar as finanças pessoais para depois partirem para a organização financeira do casal em si. E esse foi o artigo de hoje, espero que tenham gostado e até o próximo artigo, se gostou compartilhe com algum amigo(a) que precisa ver, e claro, mostre para seu parceiro(a)! Namoro Estavel é um site de namoro online inovador para funcionários Públicos, cargos de confiança e pensionistas.. Um namoro com estabilidade financeira, alguém com o mesmo nivel que vc Aqui você encontrará com amigos ou companheiro que vive no mesmo mundo que você. Acreditamos no romantismo, carinho, amor próprio, amor ao próximo, DEUS, companherismo, amizade e felicidade. O Namoro Fake exibe quatro planos de aluguel de namorada falsa, cujos preços variam de acordo com o grau de relacionamento e o tempo da simulação. A mais barata é a 'ficante' de três dias, que faz três comentários no seu perfil no Facebook por R$ 10. A mais cara, de R$ 100, é a 'namorada virtual'. 5 minutos IVVB11 ETF ou ISHARES S&P 500 é um ETF que utiliza o índice norte-americano S&P 500 como espelho, e busca retornos de investimentos que correspondem à performance do S&P 500 em reais. Acompanhe este artigo e descubra como funciona o IVVB11. Veja: Como investir em ETF Passo a Passo 😛 A carteira do fundo é composta, em linhas gerais, por cotas do ETF iShares core S&P 500 ETF (ou ...

Eu me odeio

2020.10.21 01:06 Martyrer666 Eu me odeio

Vim aqui só desabafar mesmo. Tenho 20 anos, tenho uma condição financeira boa, nada a reclamar. Mas eu me odeio. Tenho 1,60 e tenho uma testa enorme, eu não consigo me olhar no espelho, me acho horroroso. Odeio qualquer parte do meu corpo, como que pode um homem ter 1,60? Eu sou uma aberração. Namoro uma garota linda há alguns anos, mas sei que isso não é para sempre e um dia vai cada um pra um lado. Ela me conheceu quando éramos adolescentes, eu até que era bonito, mas hoje em dia a coisa tá feia pro meu lado. Não consigo aceitar meu futuro, quando a gente terminar eu provavelmente vou ficar sozinho para sempre, ninguém vai querer uma aberração como eu. As vezes eu penso em terminar com ela pra poupar ela desse tormento que é ficar com alguém que nem eu, aceitar minha realidade logo, sabe? Enfim, é isso. Por incrível que pareça, não sou ciumento e nem inseguro, não encho o saco de ninguém, sofro sozinho e guardo tudo pra mim, ngm tem nada a ver com meus problemas. É isso.
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2020.10.16 21:55 arknotes Preciso de amigos

Parece estúpido mas é o que a minha vida está me dizendo. Tenho andado mal, perdido entre as escolhas que fiz, lutei por um ano um amor perdido e no final ela fica grávida de outro mesmo eu à tendo ajudado muito na vida. Muitos me diziam para a deixar, terminar isso mas nunca consegui, eu a amo de verdade mesmo ela me tendo quebrado a confiança muitas vezes mas continuei sempre do lado dela e agora com esta gravidez é como se tivesse esbarrrado numa parede difícil de escalar. Talvez se esperar ele perceba o que perdeu mas não sei. A minha auto estima está muito em baixo, por a ter ajudado deixei de cuidar de mim e acabei por perder a maior parte de minha dentição. A minha família não sabe nada disto, tenho guardado segredo desde que ela terminou comigo o ano passado. Ela quer estar perto de mim mas nunca conseguiu dar o que eu procura nela por mais sacrifícios que tenha feito por ela. A minha situação financeira não é a melhor e se no próximo mês não conseguir um trabalho novo corro o risco de ficar endividado. Tenho sofrido ataques de pânico, alguma depressão e o desejo de desaparecer mas nunca tive à coragem de fazer isso. À 7 anos passei por um divórcio difícil em que ela me queria trocar por outro e tive a minha família me culpando que eu era o culpado, ouvi de tudo. Desde aí nunca mais tive sorte no amor e mal namorei, até que conheci ela e aí tive um namoro de verdade mas ela sempre dependeu muito de mim pois estava numa situação de carência. Não era perfeito mas me sentia abençoado por a ter perto de mim. Mas depois de um ano e uns meses termina comigo mas sempre me procurou manter por perto como amigo mas nunca a conseguia ver só como amiga e daí houve dezenas de sentimentos rolando pois a forma como ela terminou me deixou indignado e às vezes discutimos por isso. Eu não sei o que fazer e sinceramente não me peçam para a esquecer porque já tentei isso das vezes que ela me bloqueou e nunca deu certo. Tentei fazer mais amizades mas nunca consegui, frustrava porque já não as conseguia alimentar. O que faço? Neste momento não tenho paz nenhuma
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2020.10.04 14:54 BolinhaSemCristal Meus erros e desiluções com o mundo do T.i

Durante todo o ensino médio e também nos dois ultimos anos do ensino fundamental, eu gostava de ler sobre Psicologia e filosofia, em si são dois temas que amo de corpo e alma até os dias de hoje!Mas quando terminei o ensino médio (2019) veio a pandemia e com isso meus pais me convenceram a fazer a faculdade de T.i por conta de questões financeiras (Digo, o curso q estou fazendo sai por 119 reais a mensalidade, em contrapartida que o de psicologia sairia por 600).
E tipo, okay, de inicio eu aceitei mesmo não sendo minha área, e logo após isso surgiu o primeiro erro que foi pedir orientação a conhecidos que tenho que são do T.i, eu queria saber o que que eu deveria focar em estudar e todos me falaram sobre uma tecnologia chamada "JavaScript".Blz, estudei JavaScript e as tecnologias que geralmente vem junto a ele (que para quem é da área, eu estou falando de HTML5 e CSS3).
E ai que surgiu a desilução:Com a pandemia o mercado de T.i ficou aquecido como fala tanto os jornais? Sim, ficou, mas ficou pra quem entende uma gama imensa de conteúdos na área!E por mais que os meus conhecidos tenham tido boas intenções em recomendar o estudo do JavaScript e tudo que vem junto a ele (Node, React, Redux e etc...), o mercado para desenvolvedores JavaScript está bem dificil para os programadores juniors entrarem agora!
Pode até parecer excesso de ansiedade (considerando que comecei a estudar essa área em março deste ano), mas a real é que estava nas minhas expectativas conseguir um emprego na área ainda este ano para conseguir dinheiro para sair com minha namorada e meus amigos...Com a pandemia o namoro acabou e nn da pra ver os amigos.Ou seja, no final eu quebrei a cara com desejos grandes sem um pingo de pé na realidade.
O mercado de T.i ta muito intenso e cobrando muito, tanto que se vc quer iniciar na área, ja digo que na outra via desse papo "tem muito emprego", existe também outro rolê que é:"tem que estudar pra caralho!"
é isto.
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2020.09.24 16:34 roody_mirys Tenho HPV.

Peguei HPV no meu único namoro. No início nasceu uma bolinha, como um pelo encravado, na base do meu pau, continuei me depilando com gilete e aumentaram as bolinhas, até eu perceber que aquilo não estava certo.
Nunca tive uma vida sexual bem desenvolvida, fui começar a transar só depois dos 19 e iniciando as relações com prostitutas, fiquei com poucas garotas "civis", acredito que umas 7 que não eram profissionais do sexo. E muitas, muitas prostitutas, mesmo. A maioria das relações foram com proteção, mas confesso que fiquei com umas três prostitutas sem camisinha, nunca contraí nenhuma DST dessas relações, apenas com a minha primeira namorada, com quem me acostumei a foder no pelo. Agora acho complicado de usar camisinha, não sei se consigo voltar a usar, pois sempre demoro pra gozar.
O principal problema da minha vida sexual deve ser resultado de um estupro ainda na infância, a minha família também é muito religiosa, então tinha aquele papo de não ficar com qualquer pessoa e buscar uma relação séria, além dos problemas de grana. Não dá pra namorar sem ter dinheiro, né? E éramos uns fodidos, na parte de grana, na infância e adolescência.
Em uma conversa com essa minha ex, logo que começamos a namorar, conversamos sobre DST e sobre nossas vidas sexuais anteriores, contei tudo pra ela, e ela me falou do HPV, disse que foi curada. Na verdade o HPV pode ser tratado, removendo as lesões, mas provavelmente deve ter continuado na pele dela, sem ser detectado, a garota deve ter desenvolvido resistência aos poucos, não criando novas lesões. Eu me fodi, mais uma vez, lembro que logo no começo eu pensei em tomar a vacina, mas depois esqueci do caso. O HPV também pode surgir entre 2 meses até 20 anos, então pode ser que nem tenha contraído dela, mas isso já não importa.
Faz pouco mais de 9 meses que estou tentando tratar isso, segundo a internet, a maioria dos casos são resolvido em média até 24 meses. Isso é uma merda, eu tenho que queimar o meu pau com um produto químico, para reduzir as verrugas e pros meus anticorpos terem chance de combater o vírus. O medicamento que melhor funcionou, por hora, foi a podofilotoxina. Ainda quero testar o imiquimod. A maioria dos médicos me parece despreparada, só querem queimar esses troços com ácido tricloroacético, mesmo eu explicando que esse produto mais me causou cicatrizes e ainda espalhou mais o vírus do que trouxe bons resultados. Eles nem se quer apresentaram o imiquimod ou a podofilotoxina como opções de tratamento, só achei isso pesquisando na internet. Só espero que esse trambolho não vire um câncer.
Em quanto isso, me reservo na solidão, parei de transar assim que comecei o tratamento, não confio em camisinhas porque elas não cobrem toda a área da lesão, pois é na base do pau, não quero correr o risco de encontrar uma pessoa legal, de quem eu goste e acabar passando isso pra ela. O foda é ter que arrumar desculpas pra não transar, sou mais ou menos bonito e chamo a atenção das mulheres, há bastante assédio por parte delas, também estou bem empregado, então não há mais impedimentos na parte financeira e a minha confiança melhorou muito, superando vários aspectos do trauma do estupro. As coisas se acertaram, mas agora me aparece isso. Devo ter feito muita coisa errada na sexualidade da vida passada, esse troço só pode ser carma.
Moro em uma cidade pequena, menos de 5 mil habitantes, me mudei faz um ano, acho que estou ficando com fama de ser gay, por ter que dispensar as mulheres.
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2020.09.07 22:08 Oi1235 Namoros são superestimados (principalmente pra mulheres)

Ah, é isso mesmo. As únicas vantagens que vejo em namoro é transar mais e as financeiras. Dá trabalho, pq tem que conhecer o outro, se moldar um pouco pra não assustar, conhecer família, amigo e dá muita preguiça. Sem falar das brigas e traições.
Na cidade que eu nasci as mulheres ficam se gabando de ter namorado, diminuindo as outras que não tem. Fico pensando: "Grande gosta, tu é chifruda, e a maior parte nem desconfia".
Sem falar que o ser humano não é monogâmico, isso é algo imposto. Relacionamento só serve pra exigir fidelidade de mulher, e que elas cuidem dos cara, não pareça que envelheceu e que tem ficar correndo atrás de manter o relacionamento. E também só serve pra exigir dinheiro dos homens.
Pelo menos aqui no Brasil, onde todo mundo (principalmente quase todos os homens) quer passar por cima um do outro por causa do jeitinho brasileiro.
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2020.09.07 08:06 arrux1 Eu estou exagerando ou sendo c*zona? Pessoa morando com a família sem consentimento de todos

A minha vida quase toda morei com meus irmãos e minha mãe na casa dela (onde estou atualmente). Porém, em 2016 mudei-me para o Rio de Janeiro por conta da faculdade e fiquei voltando a minha cidade natal apenas nas férias. Com a pandemia consegui homeoffice do estágio e EAD e regressei a casa da minha mãe em março pois achei que seria uma boa ideia ficar mais próximo da minha família nesse momento (risos) e estou temporariamente aqui até agora...
Meu irmão mais velho arranjou uma namorada (eles namoram + ou - a 2 anos) que é sócia de trabalho dele. No inicio do relacionamento ela aparecia de vez em quando aqui em casa, e quanto mais a produção do trabalho deles aumentava mais a frequência dela por aqui tb aumentava. Eu nunca tive problemas com a presença dela antes, até pq passava a maior parte do meu tempo no Rio. Porém, no terceiro mês que regressei a casa da minha mãe, em meados de junho, comecei a achar estranho o fato que ela ficava 24/7 aqui em casa, comia, dormia, ia pro trabalho, voltava e ficava direto por aqui.. porém relevei por questão da pandemia... era compreensível. Meu irmão do meio começou a ficar um pouco incomodado com isso tb pq jamais em nossas vidas trouxemos parceiros para passar tanto tempo nessa casa (até pq no passado, nossa mãe nunca permitiu) e segundo ele, essa situação já estava acontecendo bem antes da pandemia (meu irmão do meio também tem namorada atualmente e ela só apareceu por aqui nesse período algumas poucas vezes). Para além dessa situação, eu não me sinto muito confortável quando pessoas que não são do convívio diário passam muito tempo no lugar onde moro interruptamente, sinto que é uma invasão de privacidade (isso acontece também no meu apartamento do Rio com visitas que ficam mt tempo as vezes, mas converso com minha house mates e sempre resolvemos as situações numa boa - moramos a 4 anos juntas).
O tempo foi passando, eles começaram a comprar uma cama nova, microondas... até que minha mãe hoje confessou pra mim que achava que a menina tinha entregado o apartamento dela e estava morando aqui em casa (ela faz univ fora e n tem família aqui). A questão é: quando eu ouvi isso, eu fiquei muito puta!
Cara eu achei um absurdo a situação. Como é que uma pessoa se muda pra casa que eu morei minha vida quase toda e não conversa com ninguém? Tipo, eu entendo que estamos numa pandemia, ok, mas a menina se mudou sem previsão nenhuma de volta e não falou nada sobre isso. Como é que alguém vai comendo pelas beiradas e do nada PUFF se muda pra sua casa? Eu achei bizarro pra crl sendo que nem noivos eles são nem nada, é um namoro de 2 fucking anos.
Eu me senti desrespeitada pois não fui consultada e dividi isso com minha mãe. Falei que não gostei da forma que as coisas foram feitas, como é que se mudam pra uma casa com uma família morando e não consultam os moradores? Ela me respondeu que achava que eles iam casar em breve pq "a menina queria muito" e como mãe, queria dar o apoio nesse momento.
A menina não conversou nada com minha mãe que ia se mudar pra lá e aparentemente ela não ta ligando muito pra isso... Porém minha mãe ficou chateada pq eu fiquei afetada. Mas eu não acho que estou errada... enfim, de qualquer forma já estou vendo passagens para regressar ao Rio no próximo mês pois meu trabalho vai voltar presencial em breve, mas está me preocupando o fato dessa situação se alargar por muito tempo... tenho medo de ter que voltar pra essa casa por questões financeiras no futuro (vou fazer de tudo para que não) e ter que conviver com mais uma pessoa que não escolhi (como se não já bastasse a relação conturbada com meus familiares). Eu jamais me mudaria pra casa dos pais de um namorado sem conversar com a família dele antes nem traria pra morar comigo assim sem mais nem menos. Enfim, vocês acham que eu estou exagerando? É legítima minha indignação?
Nota: Meu irmão mais velho já teve relacionamentos muito mais duradouros no passado de 5, 6 e 8 anos e isso NUNCA rolou antes, nunca tive esse problema com nenhuma delas. Nem com namorados meus ou namoradas do meu irmão do meio.
Nota2: Aparentemente essa menina quer muito casar com ele e eles se dão bem, mas não sei se meu irmão quer...
Nota3: Todos os moradores da casa são adultos maiores de idade.
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2020.08.31 03:30 LilyoLirio Sinto que é hora de terminar, não sei mais o que fazer, preciso da opinião de vocês

Preciso muito da opinião de vocês, as pessoas que são próximas não querem opinar na minha situação...
Estou em um relacionamento a 8 anos, com um cara mais velho e as coisas não mudam:
Depois de uns 4/5 anos de namoro, queria começar a fazer planos para morar junto/casar com ele. A resposta sempre foi a mesma: que ele queria muito, mas não tinha condições financeira, dependia de uma “promoção” no trabalho, para ganhar mais
Apoiei ele para correr atrás, incentivei, foi um período difícil, onde foi preciso abrir mão de tempo juntos e sair, para que ele estudasse e tivesse dinheiro para essa conquista. Depois de alguns anos, a promoção veio, mas os nossos planos não saíram do papel
Já tem dois anos que ele está ganhando bem mais, mas diz que nunca tem dinheiro, como se nada tivesse mudado! Não consegue financiar uma casa comigo, nem mesmo dividir um aluguel.
Chegamos a morar juntos, com a minha família, para ver se ele gostaria de morar na região onde moro. Ficou aqui com a gente UM ano e nunca ajudou com um centavo das contas, de vez em quando fazia uma compra e olhe lá.
Não sei mais o que fazer ou pensar. Já tentei ajudar com planejamento financeiro, nada. As vezes sinto que são só desculpas, que ele tá acomodado, ou que sustenta a casa dos pais (o que já foi motivo de discussão nossa) Ficamos a maior parte do tempo juntos e não vi nenhum indício de traição, não vejo como uma possibilidade
As vezes sinto que isso indica que chegou ao fim, afinal, não faz sentido manter uma relação se não sairemos disso
O que vocês acham? Me ajudem, por favor
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2020.08.30 15:46 Luckman28 Decepcionado: Várias decepções com ela como namorada e agora mais uma com ela sendo Ex

Conheci uma mulher cerca de 4 anos atrás e no momento em que a conheci percebi que queria algo sério... Além de ser gentil, bem humorada e muito bonita, ela fazia eu me sentir bem e querer tê-la por perto, porém mal sabia eu que eu estaria entrando em um namoro onde eu seria a pessoa que sofreria de um relacionamento abusivo sem nem perceber que era abusivo e agora após me libertar disso, a pessoa continua a me decepcionar.
[Resumo (quem quiser ver as decepções é só pular o textão)] Ficamos juntos durante quase 3 anos, iniciando namoro 1 mês após termos nos conhecido (maio/2016 até dezembro/2019)... Na época que eu a conheci fiquei cego, deixando de lado relacionamentos com amigos de longa data, cortando laços com as pessoas que eu estava ficando e inclusive me afastando de minha própria familia... Tenho 28 anos, não me considero feio, sou formado, pós graduado, fluente em inglês, tenho carro sedam do ano, apartamento, sou músico com formação, acho que sou esteticamente bonito, trabalho em uma startup tendo um cargo de confiança e um salário bem acima da média... porém eu não ligo para nada disso, apesar de ser algo para me gabar, poucas pessoas sabem dessas coisas que alguns consideram qualidades, e não, não sou filho de papai, sou da periferia e batalhei muito para chegar onde estou, enfim.
Durante o início do namoro tudo eram rosas, até que as primeiras brigas e discussões começaram a acontecer e eu vi quem realmente ela era... Resumindo bastante o que rolou: já fui agredido, ela era extremamente ciumenta, tinha que vê-la todo dia da semana, recebia xingamentos, ela dizia coisas para me ferir de propósito, extremamente criticista, mentirosa e manipuladora... Eu praticamente virei um capacho dela. Ela não possui muitas condições financeiras e eu por ja ter conquistado uma certa estabilidade a ajudei e de diversas formas: de meia, eletrodomésticos, pagar faculdade e dar celular até viagens internacionais (sem cobrar 1 centavo dela), podem imaginar quaisquer outros mimos, dentro desses parâmetros... E não fiz para contar ao mundo, fiz porque a amava e queria que ela tivesse o maior conforto do planeta e ficasse feliz.
[decepções] Durante o namoro as decepções que acumularam giram em torno de ela ter mentido várias vezes, descobri através de um amigo que ela mantinha contato e enviava mensagens e fotos a ex namorados (um dos motivos que levaram ao término), descobri também que aparentemente só eu amava nesse relacionamento, que o motivo de ela estar comigo era puro interesse e porque para ela o namoro era cômodo.
Agora nessa pandemia ela voltou a ter contato comigo, me mandando mensagens constantes dizendo que queria voltar, aparentando ter mudado, pedindo desculpas e tudo mais, porém ontem eu descobri que ela está namorando há um bom tempo e mesmo assim ela tem agido com o atual dela da mesma forma que agiu durante o nosso namoro... Simplesmente perdi meu chão em saber que ela estando já com alguém ela tem me enviado mensagens querendo voltar, além de ter me pedido dinheiro emprestado (não emprestei), pedindo conselhos e me chamando para sair!!! O pior de tudo isso é que ela não me falou que está namorando com alguém ou seja estava querendo me usar, está usando outra pessoa e ninguém estava sabendo de nada!!!! (Agora eu estou, o cara lá eu não sei)
É triste saber que alguém dessa forma existe e mais triste ainda é por eu ter me envolvido com alguém assim.
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2020.08.17 05:18 DemonFranco Vivi por 20 anos preso em minha própria melancolia.

Olá, comunidade do Reddit! Esse é meu primeiro post aqui :) Meu intuito neste, especificamente, é conseguir pelo menos um pouco de calor humano (metaforicamente, claro) pois sinto que minhas feridas nunca foram cicatrizadas, desde a primeira delas.
Bom, pra começar minha história: minha infância foi marcada por conturbações no casamento de meus pais. A diferença de personalidade dos dois gerou brigas cada vez mais pesadas e incontroláveis. Chegaram ao ponto que já não existia mais companheirismo e meu pai começou a beber e trair minha mãe. Me recordo vividamente de cenas terríveis, como ele estar horas no banho a horas e quando entro pra ver se está bem, na verdade ainda estava de roupa e dormindo no chão molhado. Ou até momentos de alteração violenta onde, por medo, eu me trancava no quarto e ficava debaixo da coberta até o dia seguinte depois que ele saía pra trabalhar. Nunca fui violentado fisicamente (minha mãe, infelizmente, sim), mas acho que meu pai estava tão perdido dentro de si que esqueceu que tinha um filho, então eram raras as vezes que sequer trocávamos olhares ou palavras, e quando acontecia era frio e passageiro. Pra tornar tudo ainda mais tenso, nossa situação financeira nunca foi boa: vivíamos peregrinando entre aluguéis mais baratos, acumulando prestações não pagas e até mesmo alimento chegava a ser escasso. Minha válvula de escape eram meus avós, que moravam na mesma cidade e sempre me acolhiam com mimos. Meu avô, entretanto, morreu quando eu tinha 9 anos e isso foi um impacto enorme que passou despercebido: minha avó entrou em uma depressão que foi negligenciada até o ano passado (2019), quando finalmente tomou a atitude de visitar um psiquiatra e foi diagnosticada. As brigas entre meus pais cessaram, mas isso foi ainda pior pois os problemas que já existiam continuaram a crescer em silêncio. Eu não recebi diagnóstico algum, até porque sempre fugi dos psicólogos em que me jogavam, mas o efeito também foi claro em mim: emagreci quilos em semanas, já não tinha mais vontade de fazer a mais simples das tarefas como cortar cabelo ou sair na rua, me tornei cada dia mais introvertido. Alguns anos depois, meus pais enfim se separaram, mas antes me deram duas irmãs e um irmão (as únicas pessoas a quem posso dizer com sinceridade sentir amor incondicional). A esse ponto, eu me vidrava em videogames e mentia pra mim mesmo sobre a realidade que eu vivia e não queria aceitar.
Essa foi, digamos, a "primeira temporada" da minha história. A segunda foi marcada pela péssima e mal executada decisão de me declarar a uma garota por quem, desde moleque, fui apaixonado, mesmo sendo que não tínhamos nem amizade. Tudo o que eu tinha era um sentimento inexplicavelmente forte, e nenhum tipo de habilidade social pra sequer chegar nela com um simples papo agradável. Porém, ela aceitou meu pedido de namoro. E isso me destruiu, porque na verdade ela queria dizer não, só não disse por """"medo de me magoar"""" e revelou isso depois de 2 anos me iludindo com histórias do tipo "meus pais não me deixam namorar, tenho que focar na escola", etc. Enfim segui minha vida tentando, sem sucesso, superá-la. Felizmente, apesar de introvertido, dois de meus primos viraram meus amigos próximos e isso me ajudou a segurar todo aquele peso de sentimentos que eu não compreendia e mal sabia que tinha. Vivemos anos sendo os nerdolas da escola, sempre juntos e com mais ninguém, até que um desses primos se incomodou com esse estilo de vida (e com razão) e começou a fazer novas amizades; eu e meu outro primo resistimos a isso, o que o separou da gente. Continuamos sendo introvertidos até o penúltimo ano da escola, quando ele também se afastou de mim aos poucos sem razão aparente (hoje, depois de conversarmos, eu sei que era porque não tínhamos mais muito a ver como antes). Meu outro primo, agora extrovertido, se adequou à grande turma da escola facilmente e não demorou pra ficar popular - felizmente pra mim, isso não subiu à cabeça dele e continuamos ótimos amigos até hoje. Ainda nessa época, conheci na internet uma garota de São Paulo que, com uns bons meses de conversa, acabou desenvolvendo sentimentos por mim; eu, carente e introvertido, abracei isso com todas minhas forças e namoramos virtualmente, com vários vai e volta, durante 3 anos. Apesar de que eu me sentia melhor em ser desejado por alguém, essa garota também tinha sérios problemas com depressão e no final só puxamos o pior um do outro. Minha única conquista nessa época foi meu primeiro emprego, da onde tirei dinheiro para ir visitá-la.
E é aqui que eu considero ser a "terceira temporada". Viajei pra SP e passei quatro dias junto com a garota que por 3 anos desejei somente por fotos e vídeos. Mas quando voltei pra casa as coisas já não eram as mesmas: ela só me dava respostas evasivas e ríspidas, parecia até mesmo ter raiva de mim, sendo que, em minha visão, tínhamos conquistado outro nível em nosso relacionamento. Mas ela obviamente não pensava assim e terminou tudo com a seguinte frase: "Estou tirando as pessoas tóxicas da minha vida". Foi esse o estopim pra eu decidir ser extrovertido e começar a viver fora de meu quarto, e eu tive resultados rápidos: fiz novas amizades e até comecei um novo namoro, agora presencial com uma garota que realmente me admirava. Porém, fui perceber tardiamente que pouquíssimas dessas amizades me faziam bem - a mais danosa delas foi a de um feiticeiro três vezes mais problemático do que eu. Como sempre fui uma pessoa muito compreensiva e aberta, relevei seus defeitos gritantes e mantive a ''amizade'' pelo conhecimento esotérico que ele passava (por mais que grande parte deste conhecimento fossem delírios de grandeza de um feiticeiro egomaníaco). Depois de dois anos meu próprio corpo começou a recusar a presença desse sujeito, que insistia sempre em me acompanhar mesmo quando não era conveniente: comecei a ter constantes dores de cabeça quando estava em sua presença, meio que como um aviso do que já era óbvio: aquele cara não prestava. Aos poucos comecei a me aproximar mais da minha namorada e outros amigos como método de me afastar do sujeito, e curiosamente (ou não...), essas pessoas foram abruptamente saindo da minha vida, incluindo minha namorada (agora ex), que era a pessoa em quem eu mais confiava e me dedicava. Ainda inocente e o chamando de amigo, nunca imaginaria que ele poderia ter relação com tudo aquilo, mas não parou por aí: depois que a poeira abaixou e eu consegui superar toda aquela maré estranha de azar, ele ainda usou o nome de minha deusa pra me iludir e usar meu corpo (sendo essa deusa relacionada ao luxo e ao sexo, era um contexto perfeito pra ele). Eventualmente descobri que não fui sua primeira vítima, e toda a imagem de sacerdote sábio que ele outrora passou, do dia pra noite, virou nada mais que um charlatão desesperado. Essa foi a separação mais problemática de todas que eu já tive, pois enquanto eu me afastava cada vez mais, o ego ferido do sujeito nunca deixaria tal afronta passar em branco, e recebi cargas de energia pesada nos meses seguintes. 2019/2020 caprichou muito bem no quesito de desgraças, pois minha mãe, extremamente cabeça dura e ignorante, agora se recusa a trabalhar fichada mesmo sendo que tem três crianças pra sustentar, meu pai passa por cirurgias seríssimas pois contraiu câncer maligno no fígado e isso não deixou de atingir minha vó ainda viva, que tem problemas de coração e toma mais de 300 remédios por mês (palavras dela).
E agora aqui estou eu, solteiro, enganado pela maioria daqueles que chamei de amigos, com uma provável depressão mal resolvida e uma família abalada desde os primórdios de meu nascimento. Felizmente não tenho problemas com autoestima, o que já ajuda muito, mas ao mesmo tempo não tenho motivação em fazer nada que não seja sonhar com uma vida simples, leve e longe de tudo daqui. Hoje, especificamente, está sendo um dia difícil pois minha ficha caiu e tomei consciência da minha situação - chorei muito, escondido. Mas decidi fazer algo a respeito por mais simples que seja: criei uma conta na Twitch.tv pra criar conexões com outras pessoas enquanto jogo, e também este post como o maior desabafo que já fiz na vida. Na verdade, só de ter escrito tudo isso e lido logo após já estou melhor. Mas ainda me sinto sozinho e desamparado, não consigo buscar ajuda com meus familiares pois nunca fui de me abrir pra eles, nem ajuda profissional por falta de dinheiro, e depois de todas essas quebras de confiança fiquei extremamente seletivo a quem eu quero do meu lado, sobrando dois/três amigos com quem posso conversar (e mesmo assim somente meu primo que convive comigo desde criança sabe de toda minha história).
Quem estiver disposto a trocar experiencias e conversar, simplesmente por conversar, ficaria muito grato!
Gratidão a todos que, mesmo não enviando uma mensagem, leram até o final com atenção.
Blessed be. :)
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2020.08.10 23:46 Godi22kam IMPOSTO DIGITAL (NOVA CPMF) BRASIL

Imposto Digital cpmf Brasil
Não sei como a população não percebe esse problema sério no país, o imposto digital (nova cpmf) vai destruir mais a economia e gerar mais pobreza no país. Resumidamente entenda : Se aprovado todas pessoas que usam serviços online terão que pagar imposto por cada ato: -uber -ifood -jogos eletrônicos -serviços /consumos onlines -lojas online -aplicativos de namoro e etc -tudo que for online -transações financeiras digitais
DEVEMOS LUTAR CONTRA ESSA ABOMINAÇÃO, BRASIL À FRENTE. CONTRA ESSE PLANO DE RETROCESSO TECNOLÓGICO E HUMANO QUE TAMBÉM VAI DESTRUIR O EMPREGOS ONLINES DAS PESSOAS!
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2020.08.03 09:07 RykRyyyk Quero terminar meu relacionamento mas tenho medo do que isso pode gerar...

Opa, falae
Então, eu tô em uma indecisão muito grande na minha vida, aquelas que qualquer coisa mínima pode mudar literalmente TUDO. Faço diversos relatos aqui, mas vou resumir a história:
A minha namorada tem esclerose múltipla, e devido a gravidez que ela escondeu, ela teve um surto extremamente forte depois que o bebê nasceu. Ela estava bem mal esses tempos atrás, não conseguindo nem se mexer, nem falar, nem comer, nem nada completamente paralisada. Porém, ela está tendo uma melhora muito boa agr, semana passada fiz até um relato que ela conseguiu sorrir, e agr ela conseguiu voltar a falar, arrastado, mas consegue, e consegue até mexer uma das mãos bem devagar.
Mas, deixando de lado um pouco a situação atual e voltando ao passado, o que eu passei com ela durante o nosso namoro foi bem difícil. Ela era extremamente abusiva, a ponto de não deixar eu falar nem com a minha própria família e nem com meus amigos. Ela bebia quase sempre e falava um monte de besteiras para mim, me humilhando, humilhando a minha situação financeira, humilhando o jeito que eu vivia. Chegou a mentir praticamente a vida toda dela, falando que era gaúcha, que a mãe era policial, que o pai era bandido, que a avó só judiava dela, que o avô batia nela, e etc. Sem contar as coisas que ela fazia para me deixar mal, como se cortar falando que eu era o culpado, fingir que estava no hospital por causa que eu "estressei" ela, e até um tumor ela chegou a inventar. Terminei com ela em dezembro. Mas por conta de toda situação da gravidez, voltamos a namorar (sim, eu desconfiava que o filho não era meu, mas ele é sim hehehe).
Mas, eu pensei que ela tinha mudado e tals, pq que ela até admitiu as mentiras que ela contava e etc. Mas né... Nem todas
pq ela me contava sobre coisas realmente muito pesadas que ela tinha passado, e quando ela estava admitindo as mentiras, ela insistiu nas mentiras que: o Avô dela estuprou e assediava ela; que o irmão dela foi assediado pelo pai deles; e que a irmã foi assediada pelo pai dela. fora que, eu descobri que ela já traiu o ex namorado sim (sem ser o que eu citei, esse foi outro), coisa que ela disse que nunca fez e que tinha "nojo" de quem fazia. e o fato que mais me deixou em choque, foi que ela tentou MATAR a própria avó dela envenenada. isso tudo eu descobri conversando com a própria família dela, e T O D O S eles desmentiram essas histórias. Fora que eles me contaram outras coisas que ela fazia. Eu já desconfiava, pq ela falava essas histórias bem pesadas como se não fossem nada e as vezes até tirava sarro... eu já conheci pessoas que passaram por esse tipo de coisa, e não, elas não levam esse papo como "normal" ou "brincadeira", muito pelo contrário...
Mas, colocando meu dilema atual, é que... Eu não sei o que eu faço. Eu tenho tanta coisa na cabeça sobre isso... Tipo, eu amo ela demais ainda, e ver ela melhorando, conseguindo sorrir, mexe tanto cmg... Sem contar o ponto chave dessa história toda, que é o nosso filho! Eu fico com tantas coisas na cabeça, que eu não durmo direito desde que eu saí do hospital com ela no dia meu relato.
Pq ela mentiu sobre tudo quando eu dei confiança pra ela dnv? Será que ela "muda" esse jeito dela depois de tudo isso? E o nosso filho, como vai ficar nisso tudo? Com ela? Comigo? Eu tenho medo do meu filho desapegar de mim ou me odiar por influência dela ou da família dela... A mãe dela já é extremamente controladora cmg com meu próprio filho, e minha namorada é extremamente manipulável por ela, tenho medo dela simplesmente controlar quando eu posso ver ou não meu filho... Sei que existe justiça e esse tipo de coisa, mas só de pensar nisso me dói, DEMAIS. Sem contar que eu tenho medo do tipo de educação que ele vai ter. Tenho medo dele puxar o lado abusivo e manipulador dela...
Eu não sei o que fazer. Não sei o que pensar. Meu filho tá aqui do meu lado, e eu tenho tanto, mas tanto, tanto medo de não conseguir ver ele ou algo assim, a ponto dele se desapegar de mim e da minha família, que eu não consigo parar de pensar nisso! Sei que ainda é cedo pra pensar nisso tudo, mas não sei, eu tô com medo de tudo... Vou continuar cuidando dela até ela melhorar, mas eu tô perdido e com medo de ser manipulado, de novo...
mas enfim, é basicamente isso... Obrigado se vc leu esse depoimento de um jovem de 18 anos desesperado até o final... ♥️
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2020.07.22 21:17 RykRyyyk Descobri uns podres BEM sérios da minha namorada....

Opa, falae... Acho que esse vai ser meu desabafo mais longo e mais doloroso que eu vou contar aqui, mas enfim...
Então, quem acompanha meus desabafos por aqui, sabe da situação da minha namorada atualmente, mas, em resumo, Ela tem esclerose múltipla, e devido a gravidez que ela escondeu, ela teve um surto extremamente forte depois que o bebê nasceu. ela não tá mexendo nenhum membro do corpo, só bem pouco o pescoço, ela não tá enxergando, ela não tá falando, ela não tem controle de urina e fezes, e tá usando sonda pra tudo. ela resmunga de vez em quando, mas é do nada e não dá pra saber se é dor ou não, pq o único meio de comunicação que era os olhos, não funcionam mais, pq ela pisca sem controle Sem contar que o médico disse que o cérebro todo dela está extremamente lesionado.
Mas, deixando de lado um pouco a situação, o que eu passei com ela durante o nosso namoro foi bem difícil. Ela era extremamente abusiva, a ponto de não deixar eu falar nem com a minha própria família e nem com meus amigos. Ela bebia quase sempre e falava um monte de besteiras para mim, me humilhando, humilhando a minha situação financeira, humilhando o jeito que eu vivia. Chegou a mentir praticamente a vida toda dela, falando que era gaúcha, que a mãe era policial, que o pai era bandido, que a avó só judiava dela, que o avô batia nela, e etc. Sem contar as coisas que ela fazia para me deixar mal, como se cortar falando que eu era o culpado, fingir que estava no hospital por causa que eu "estressei" ela, e até um tumor ela chegou a inventar. Terminei com ela em dezembro. Depois de um tempo, descobri que ela estava grávida. No começo desconfiei, desconfiei até mesmo se o filho era meu, mas aí voltamos a conversar aos poucos e fomos nos aproximando mais.
Bom, além de descobrir que ela mentiu para as amigas dela falando que eu "trai" ela (o que é mentira, óbvio), depois, quando ela já estava bem ruim, teve uma vez que ela pediu pra eu mandar mensagem pra um "amigo" dela, já que ela não estava enxergando e não conseguia mexer no celular, e eu vi de relance, uma foto do peito dela "amamentando" que ela mandou pra ele. Depois, perguntei pra ela e ela disse que era o ex dela. E descobri que um pouco antes da gente voltar a namorar, ela estava "flertando" com ele. Fiquei meio chateado, mas como já tinha acontecido e o meu foco era cuidar dela e do meu filho, relevei a situação.
Mas, eu pensei que ela tinha mudado e tals, pq que ela até admitiu as mentiras que ela contava e etc. Mas né.. ainda tinha caroço nesse angu pq ela me contava sobre coisas realmente muito pesadas que ela tinha passado, e quando ela estava admitindo as mentiras, ela insistiu nas mentiras que: o Avô dela estuprou e assediava ela que o irmão dela foi assediado pelo pai deles e que a irmã foi assediada pelo pai dela fora que, eu descobri que ela já traiu o ex namorado sim (sem ser o que eu citei, esse foi outro), coisa que ela disse que nunca fez e que tinha "nojo" de quem fazia. e o fato que mais me deixou em choque, foi que ela tentou matar a própria avó dela envenenada. isso tudo eu descobri conversando com a própria família dela, e T O D O S eles desmentiram essas histórias. Fora que eles me contaram outras coisas que ela fazia. Eu já desconfiava, pq ela falava essas histórias bem pesadas como se não fossem nada e as vezes até tirava sarro... eu já conheci pessoas que passaram por esse tipo de coisa, e não, elas não levam esse papo como "normal" ou "brincadeira", muito pelo contrário...
Esse papo todo me deixou completamente em choque... Assim, eu vou continuar cuidando dela até o final, vou continuar cuidando dela todo o dia ela ficando boa ou acontecendo algo, mas sei la sabe.. Tá difícil tá difícil pq eu ainda amo ela, e ver ela nessa situação me dói tanto o coração... e saber que ela não mudou e nem vai mudar, me dói mais ainda, pq eu realmente queria viver minha vida com ela...
Mas enfim, por um todo, é isso, obrigado por ler até aqui... ♥️
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2020.06.19 05:46 trololo2019 Eu não ligo pra minha mãe e estou feliz com isso (e já fui julgado por isso)

Sempre tive uma relação muito complicada com a minha mãe. Ela sempre cuidou de mim da melhor forma que podia (e conseguia) mas a personalidade dela é muito complicada em vários aspectos. Minha mãe é solteira, separou-se de meu pai quando ainda era criança, e, pra resumir, ela é uma pessoa extremamente controladora, no sentido coercitivo mesmo.
Há dois anos e meio namoro uma pessoa e recentemente ficamos noivos. Essa pessoa é simplesmente a melhor pessoa que já tive o prazer de conhecer e ficar junto. Uma pessoa sensível, que conversa, esforçada, madura, com habilidades sociais, enfim. Estamos organizando nossas finanças e até o final do ano estaremos morando juntos. Consigo vislumbrar uma convivência de longo prazo muito saudável e frutífera com essa pessoa e ela também vê isso dessa forma.
Quando contei isso a minha mãe, ela chorou, e eu não me senti nem um pouco mal por isso. Na verdade, cheguei a conclusão que nunca senti muita coisa pela minha mãe de fato. O jeito com que ela sempre agiu comigo, barrou qualquer afeto positivo que poderia ter por ela nesse e em outros momentos.
Quando eu digo isso a outras pessoas de meu convívio social, sinto que já fui julgado por isso. Muito provavelmente por existir em nossa sociedade uma ideia quase sagrada do "AMOR" entre pais e filhos, que, contudo, não se encontra na realidade muitas vezes.
Por fim, estou bem, como nunca estive antes, e considero isso tanto um desabafo como uma notícia boa. Finalmente tomei as rédeas da minha vida, estou conseguindo minha autonomia financeira e tenho planos e objetivos de vida. Espero que outras pessoas possam, assim como eu, se permitir a não ficarem presos a relações familiares não saudáveis só porque a sociedade nos pressiona, de certa forma, a isso.
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2020.06.05 06:21 joaopro777 MANDA AQUELA MENSAGEM DIRETA SEM ENROLAR! A VERDADE DÓI

Já postei algo aqui e acabei voltando... as coisas surgem e desaparecem e nem percebemos o que estamos nos tornando. Se você não tirar três minutos para ler esse texto vaza agora porque vai ficar estranho...
Tudo começou quando tinha dezessete pra dezoito, já namorava aquela mina desde o tempo de escola e acabei descobrindo uma traição meio nada haver mas sempre confiei na minha intuição, perdoei, voltamos, terminamos, voltamos, enfim, aquele lopping infinito que adolescentes passam e só entendem quando são adultos, calma você que ler entenderá tudo...
Na época eu tinha dezoito anos, descobrindo que pra eu ser alguém eu tinha que levantar e caminhar com minhas próprias pernas, sempre será ralado pra todos aqueles que não tem empurrão da família, comecei a trabalhar na empresa onde o pai da minha namorada (a mesma da traição) supervisionava. Afinidade com os pais a mil, já que faziam anos de namoro, eu era o genro perfeito, futuro papai e traria felicidade pra todos.. tentei dar o meu melhor na época eu lembro que nunca reclamava nem quando ia de bicicleta pra escola aos quinze anos, nem quando a corrente caia, nem quando tive que juntar pra comprar meu primeiro carro aos vinte e dois anos, enfim. Depois de descobrir essa traição e por ela ser meu primeiro amor algo se transformou em mim, de amor à ficção de relacionamentos, comecei a entender o real sentido do amor e antes que termine o texto já aviso, ele não existe, sinto muito mas é real.
Lembro de ter batalhado pelo primeiro concurso que passei, da primeira facul que fiz e entrei, lembro de ter ela ali ao meu lado sempre me perdoando já que eu não era a mesma pessoa depois que descobri a traição, comecei a fazer tudo ao contrário e cheguei até namorar outra menina na época que era a melhor amiga dela... tudo começa a ficar interessante quando eu decido reatar mesmo nunca tendo perdoado aquele ocorrido, mesmo sabendo do perigo que haveria se acontecesse de novo, sempre fiquei com a pulga atrás da orelha, mulheres são muito previsíveis e a intuição de alguém atentado capta tudo com uma mente brilhante... seguindo esse percurso já me vi pai de uma menina com “the love of my live” mas uma filha não era suficiente para eu sentir o perdão na alma, eu amava cada dia que passava e via minha filha crescer porque até hoje todo amor pra ela, mas na época lembro que aquilo não me deixava focado no relacionamento e o que qualquer idiota estúpido faz quando se está magoado?! Mais merda, comecei a sair e não voltar pra dormir em casa, fiquei com tantas quanto consegui, vivi o submundo das drogas e me adentrei fundo em uma realidade que divergia profundamente em quem eu era na adolescência..
Não obstante a ser diferente acreditava que nunca mais seria feliz novamente, não por causa da traição eu nem lembrava mas tão forte desse fato, o que doía era saber que estava com alguém que foi capaz de fazer aquilo quando dei todo o amor que tinha em meu peito, veio o segundo filho e nesse meio tempo só pensava em trabalhar para manter tudo em ordem, larguei a faculdade, pedi exoneração de um concurso público, vendi um transporte e abri minha primeira empresa, afinal eu era o homem da casa e você não pensa em desistir quando se tem filhos e obrigações, lembro que nesse tempo estava tão focado que todos os problemas ficaram pequenos, consegui trocar de carro duas vezes no mesmo ano, era dois mil e dezoito e realizei o desejo que sempre tive de viajar de avião, gastei o dinheiro que ganhava na empresa, me capacitando cada vez mais, investindo em conhecimento e então veio o primeiro boom quando tudo estava “encaminhado”, percebi que tudo era uma ilusão, minha mulher já não estava mais ali comigo, eu estava sozinho mantendo uma empresa que já quase completando seu primeiro ano não iria bem, fiquei tão atarefado na época que trabalhava dezesseis horas por dia e quando chegava em casa era o pior marido do mundo, não por escolha mas chegar cansado do trabalho que você já não aguentava mais e ouvir reclamações da sua esposa enquanto tenta dar o seu melhor o tempo todo dói na alma.
O silêncio era minha resposta, voltei ao submundo das drogas, dessa vez com coisas mais pesadas, (edit: entenda como quiser mas nunca ultrapassei o limite tanto em minha vida) vivi o período do ano com o pensamento na cabeça que estava vivendo em uma matrix e não importava as escolhas que fizesse sempre seria uma ilusão pensar que as coisas se e encaixariam já que quando dei todo o meu amor, fui traído, mesmo sendo adolescente isso marcou e essa dor ecoou até o ponto de terminamos, o que tudo indica permanentemente, na mesma época, fui diagnosticado com Bipolaridade por um Pseudo psiquiatra com somente dez minutos de conversa, minha família inteira me olhou com aquele olhar de pena, pra completar, acabei sendo julgado por ter pedido exoneração do Concurso público, ter desistido da faculdade e ter quebrado a empresa, sinto que eu trouxe essa realidade pra mim de uma forma que não sei explicar, como se não tivesse escolha (think the outside box) as coisas iam acontecendo muito rápido..
Hoje, dois filhos, ela, já está com outro, eu, pago pensão e tive que me desfazer de tudo, de cada centavo e me restou dívidas financeiras, restou os olhares de julgamento da minha família por não entender nada e apontarem o dedo pra mim como Bipolar e depressivo. Carrego culpa e convicções que me tornaram a ser quem eu sou hoje.
Consigo enxergar com clareza que existe uma linha tênue entre a realidade e a ficção de ser feliz e triste, de ter sucesso na vida ou ser fracassado. Mas aos vinte e cinco anos (faço vinte e seis dia treze desse mês) minha maior convicção é a minha dor, ela é meu navio e minha bússola é meu desejo de ser “o cara” novamente no futuro, com novas metas e novas conquistas pra alcançar... hoje estou com o “freio de mão puxado” mas quando fecho os olhos consigo sentir até o cheiro do meu próximo carro, da minha casa na praia, mas quando abro os olhos a realidade dói porque surge um pensamento e um questionamento: será que sempre tive tudo e meu dom era reclamar do que já tinha ou será que tudo o que deixei pra traz foi necessário para encontrar alguém que no momento certo e na minha melhor fase fará toda a diferença?
Penso, logo existo. (Amo filosofia)
O que vocês acharam? Fariam do mesmo jeito? Alguém já passou por algo parecido? Escrevam o que quiserem mas não aceito ouvir nada além da verdade das suas almas. Perdoem os erros e a falta de clareza, afinal estou deitado na minha cama e pensando várias coisas ao mesmo tempo enquanto escrevo.
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2020.03.18 07:36 JakePeraltaxD Relacionamentos são desgastantes

Sempre me falaram que namoros/relacionamentos são lindos e que devem ser fáceis e leves. Eu já acho o contrário, manter um namoro ou uma amizade é tão difícil quanto domar um tigre, você pode oferecer todo amor do mundo, comida e brincar com ele, mas no momento que ele se estressar e se sentir ameaçado ele irá lhe atacar. Foi uma analogia meio lúdica, mas acho que deu pra entender. Sempre terão momentos felizes, onde tudo dará certo e os sentimentos serão incríveis, mas infelizmente isso é em 10% do tempo, os outros 90% são brigas, discussões sobre ciúmes, decisões financeiras, influências de família/amigos. O amor é uma coisa super inconstante e eu acho que a sociedade romantiza demais ele, não aceitam o fato de que está tudo bem não dar sempre certo, de que nem sempre serão flores, por isso que no final das contas a gente vê casais que são perfeitos no Instagram, mas nem conversam pessoalmente, que aparentam ser modelo para seus amigos, mas o homem cansa de trair pelas costas. É claro que existem excessões, mas eu vejo muita superficialidade hoje em dia. Foi só um desabafo de uma pessoa que está perdendo a fé e devagar vê seu relacionamento ruir sem poder fazer nada sobre.
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2019.09.01 16:11 Cine81 Perdoar é difícil

Namorei por um ano com uma garota maravilhosa, mas no meio do caminho a depressão se instalou nela e eu tentei a todo custo ajuda-la. Nada surtiu efeito. Tivemos momentos muito bons, mas também tivemos momentos horríveis. Algumas vezes consegui acalentá-la e fazê-la se sentir bem. Em outros momentos perdi a paciência e fui grosso. Tirei ela de crises de pânico, abracei ela nos momentos de maior fraqueza, confortei dizendo que tudo ia passar. Mas no processo me enfraqueci e quase fiquei doente também. Começaram as brigas, nossa paz acabou, o ciúme dela se tornou insuportável e apesar de amá-la demais eu me distanciei. Ela acabou o namoro. Continuamos amigos, nos encontravamos com frequência e isso fez com que eu não superasse ela na minha vida. Ela traçou novos planos e aos poucos foi saindo da depressão. Mudou de país, foi buscar uma vida melhor. E por mais que isso doesse em mim, eu sabia que era o melhor para ela. Por mais que doesse em mim, houveram vezes que eu pedi a Deus: “Se eu não puder fazê-la feliz, que ela possa ser feliz em outro lugar”, afinal ela chegou a cogitar querer estar morta algumas vezes e aquilo me assustou muito.
Ela foi morar fora e mantivemos nosso contato por internet, e mais uma vez eu não lutei para superá-la Eu apenas alimentei mais o sentimento de amor dentro de mim. Enquanto isso ela viva mil experiências num curto espaço de tempo. Conheceu gente nova, arrumou novo emprego, sofreu tristezas e passou dificuldades financeiras, e eu sempre aqui, servindo de porto seguro. Me sentia feliz de dar forças a ela quando ela estava para baixo. E quanto mais eu fazia isso com ela, mais eu pensava: “Eu não estou construindo nada com essa mulher. Ela está cada vez mais distante”. E assim eu soube que ela estava começando um envolvimento com alguém enquanto eu permiti que minha vida se mantivesse estagnada. E assim, um dia, sentindo um desequilibrio enorme e uma fraqueza sem tamanho, tomei uma decisão. Liguei para ela e confrontei: - Você não quer mais voltar para o Brasil né? - Eu... não sei... - eu preciso de uma resposta. - ta bem... ta bem... agora não. eu preciso fazer dinheiro aqui. - Então acabamos de vez certo? - euu... -e ela enrolou como se não quisesse dizer - eu preciso da resposta! - ta bem... acabamos.
E assim eu desliguei o telefone. Primeiro em paz comigo mesmo por ter feito a coisa certa, logo em seguida a euforia deu início a tristeza do luto que eu me neguei de enfrentar por tanto tempo. A mulher que eu tanto amei, e que por muitas vezes alimentei um sonho de casamento e de uma vida conjunta não está mais disponível. Não terei mais os sorrisos alegres de quando ela estava bem, não terei mais a visão que ela me dava de mim mesmo. Muitas vezes, através dos olhos dela, eu me sentia uma pessoa incrível. Assim como ela dizia que o amor que ela sentiu por mim foi o mais puro que ela sentiu em toda a vida dela.
É tão difícil perdoar. Primeiro perdoar a ela, pois em alguns momentos me senti usado. Mas é ainda mais difícil me perdoar por ter me permitido gastar tanto tempo cuidando de outra pessoa que iria virar as costas para mim depois de tudo isso. Desde o início, eu perdi o foco de que eu deveria ter estado em primeiro lugar para mim mesmo, devia ter deixado ela partir sem cerimônias, sem reencontros, sem meu suporte, afinal ela é uma mulher adulta capaz de fazer as próprias escolhas e enfrentar os próprios problemas. Se ela tomou a decisão de ir embora, eu nunca deveria ter apoiado, eu deveria apenas permitir que ela seguisse o caminho dela . Quero me livrar de toda a culpa, de toda a mágoa, de todo peso de não tê-la mais por perto, de todo ciúme, de todo desejo de saber que as coisas poderiam ter acontecido de outra forma, e de toda culpa pelos milhões de erros que eu cometi, e também de toda raiva pelos milhões de erros que ela cometeu.
Quero aprender a ter leveza no deixar partir. Que essa dor se transforme em tristeza leve, e que essa tristeza leve se transforme em aprendizado.
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2019.05.22 23:38 reverseesrevercard Faculdade x Depressão

Olá gente, Gostaria de pedir ajuda aos universitários, já tentei perguntar no posto Ipiranga mas não deu certo.
Como conseguir fazer uma faculdade sem querer morrer todos os dias? Eu gosto do meu curso, porém sinto que sou um lixo, quanto mais eu estudo, mais eu sinto que não sei de nada. Tô frustrada pra caralho.
Eu curso Arquitetura e Urbanismo, tenho 21 anos e tou no 5 semestre. Detalhe: Entrei na faculdadr com 17 anos mas já tranquei a faculdade várias vezes por conta de crises depressivas. Eu sou perfeccionista e se o trabalho não estiver 100% eu não entrego. Isso fez com que eu atrasasse bastante em várias matérias. Outra coisa que me atrapalha bastante é a baixa estima, tem dias que não consigo sair de casa, não consigo sair da cama... E isso vira uma bola de neve de sentimento de culpa.
Eu moro sozinha e meus pais moram em outra cidade, e um dos motivos de eu ter depressão, desde muito cedo inclusive, é por conta do meu pai. Resumindo ele é maluco e já espancou minha mãe e eu já apanhei feio também. Uma vez ele me deu um chute no cóccix e eu passei um mês sem sentar direito, eu tinha 14 anos e dizia pra todo mundo que tinha caído de bunda no chão e as pessoas riam disso. Minha mãe tá tentando se separar dele, e os dois vem até a mim pedir ajuda, minha mãe conselhos e meu pai querendo que eu faça alguma coisa pra eles não se separarem. Aaaaaaaaa. Eu também terminei um namoro de 6 anos recentemente. Eu sinto que me perdi na vida de uma forma bizarra, eu na verdade tou nem aí pra faculdade, eu queria apenas parar de sofrer... mas a vida real nos obriga que sejamos """alguma coisa""", tenhamos condição financeira e etc. Acho importante, claro. MAS E A SAUDE MENTAL?????? Inexiste. 0.
Desculpa o desabafo bagunçado, tou indo pra minha aula agora... tentei ligar pro 188 pela primeira vez na vida e não está funcionando por algum motivo. Enfim.
Se cuidem galera, beijos.
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2019.05.18 13:03 toukeny Depressão/ansiedade/término/suicídio

Bom dia galera
No começo de 2017 comecei a desenvolver um transtorno de ansiedade, mas até então era “leve” e achava que não era motivo de buscar ajuda.
Sempre fui o cara quietão com quem não tinha muita intimidade, mas o bobão da galera com quem eu era íntimo, era o cara que era o reflexo da “alegria”. Porém por dentro eu sempre fui triste, mas nunca deixava parecer isso pra ninguém. E sempre fui também o desapegado da galera, que pegava geral e não queria saber de namorar, enquanto geral sentia falta de uma namoradinha.
Começo de 2018 conheci uma garota, uma garota linda, que me despertou um interesse enorme. Fomos ficando sem compromisso por mais ou menos 4 ou 5 meses, até que começou a rolar sentimento entre ambas as partes. Sim, ela foi a ÚNICA que me fez querer ter um compromisso, que me fez sentir na necessidade de “ter” ela só pra mim. Pedi ela em namoro, ela aceitou... e já logo no primeiro mês os meus sintomas de ansiedade se intensificaram muito, mas eu achava que ainda dava pra empurrar com a barriga sem precisar de ajuda.
Foi assim durante uns 4 meses, depois disso a ansiedade começou a me dominar literalmente, eram inseguranças atrás de inseguranças, auto estima baixíssima, paranóias, crises, ciúmes e etc. minha namorada vivia me dizendo pra procurar ajuda, e eu ainda achava que dava pra sair dessa sozinho.
Lá pelo sexto mês, minha ansiedade piorou, e veio os sintomas depressivos, ela começou a se sentir muito sufocada, pressionada, e abriu o jogo comigo, disse tudo que tava sentindo, e insistia pra eu procurar um profissional.
Esperei mais 1 mês, e cada dia que passava meus sintomas pioravam, eu já tinha perdido o controle da vida, então eu decidi finalmente procurar ajuda, só que foi pelo SUS, porque minhas condições financeiras são baixas. E como eu já imaginava, demorou um pouco pra consulta com o psicólogo/psiquiatra sair. E aí a minha namorada simplesmente decidiu terminar comigo, disse que não tava aguentando mais, tava se sentindo muito sufocada e tudo mais.
O meu mundo DESABOU na hora, fiquei sem reação, pra mim a vida tinha acabado naquele momento. Eu tinha me agarrado nela de uma forma surreal, depositei todo o meu resto de felicidade naquela mulher, é o que chamam por aí de dependência emocional né.
Já se passaram 2 meses do término, e eu ainda não superei nada, cada dia eu pioro, tô de fato me afundando em depressão, pensamentos suicidas me atormentam todos os dias, a vida perdeu a graça, não vejo sentido em mais nada. Eu idealizo o meu suicídio todos os dias.
Agora estou me tratando com terapia e medicamentos, mas de nada tá adiantando.
Obs.: eu e a minha ex decidimos continuar conversando depois de terminar, mas de 2 semanas pra cá ela começou a achar que isso tá me fazendo mal, e do nada começou a me tratar diferente, meio que me dando um gelo. E isso tá me deixando muito mal, eu ainda corro atrás dela demais, ainda acho que um dia vamos voltar. Ela já me disse que agora ela não pensa em volta, mas que ainda me ama e não sabe qual vai ser do futuro.
Eu já não sei mais o que fazer, me ajudem
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2018.12.28 19:00 dentecanino Super Mudanças e a Ansiedade

Olá pessoal, boa tarde. Vocês conhecem meios infalíveis de cessar as crises de ansiedade ou apenas esse espectro de ansiedade que te percorre constantemente?

Pra quem quer entender melhor: Em Novembro decidi que iria me mudar para o Paraná, portanto estou saindo da casa dos meus pais para dividir pela primeira vez um ap com quem namoro, estou transferindo a faculdade para lá também. Não conheço mais ninguém no estado, estou indo sem problemas com questões financeiras, porém é uma puta mudança, estou prestes a mudar todo o meu dia a dia, portanto estou numa constante crise de ansiedade.

Já faço terapia e tomo medicação que controla a ansiedade um pouco, mas não tem sido o suficiente. Tenho muitos medos com relação ao futuro lá e não sei como aquietar minha mente com relação a isso. Se alguém puder me ajudar com algum método, conselho, o que for que possa dar um fim a isso agradeceria bastante.
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2018.11.12 17:14 aureliano_babilonia_ Masculinidade tóxica é uma fábrica de homens infelizes e inseguros

Um casal de amigos meus está se separando após quase 10 anos juntos, contando namoro e casamento. Somos de um círculo de amigos bem fechados e bem próximos, todo mundo se conhece desde a adolescência. Então acaba ficando mais fácil a gente saber exatamente o que está se passando com cada um.
Combinei com uma amiga minha dela se aproximar e ficar mais atenta à mulher do relacionamento enquanto eu fazia minha parte com o homem. O básico mesmo. Escutar, chamar para sair, sondar para ver se tinha alguma esperança de retorno, estar presente para os momentos mais tensos.
Diante disso tudo, me deixa realmente triste como a masculinidade tóxica é imbecil e fode o homem sem que ele perceba. Nem vou entrar aqui no mérito do impacto deste mesmo comportamento na vida das mulheres, mais para o lado de como a insegurança quebra a pessoa justamente nos momentos em que ele mais preciso.
O lado dela: minha amiga é muito próxima da mulher separada nesse caso, então é o tipo de pessoa para quem ela faz as principais confissões. Na boa, ela está fazendo tudo que - pelo menos eu considero - é certo.
Não está saindo com ninguém. Está aproveitando esse momento inicial do divórcio para focar no trabalho e numa pós na qual se inscreveu para distrair a cabeça. Tá vestindo um luto emocional mesmo aos finais de semana, no máximo sai para correr ou visitar os pais, aproveitando para botar os livros e séries em dia. Está triste para caralho, mas está sóbria e dando um passo de casa vez. E cabe falar aqui: é muito bonita, podia estar aloprando agora se quisesse. Mas disse que quer ficar na dela um bom tempo antes de qualquer coisa, até para ter certeza da decisão sobre o divórcio.
O lado dele: é um cara meio em cima do muro politicamente, não é de esquerda e nem de direita. Mas foi criado numa casa bem conservadora, então é o tipo de cara que tem vergonha de andar de rosa ou de acharem que ele é gay porque ele não pegou determinada mulher.
Quase tudo que você pode entender como masculinidade tóxica ou machismo, ele tem. É um daqueles man-child que não sabe cozinhar, arrumar a casa ou manejar finanças. Ganha bem, mas não guarda dinheiro. Só conseguiu dar uma estruturada financeira na vida e fez alguns investimentos porque a esposa pentelhou.
Assim que terminou o casamento, começou a sair com garotas de programa de luxo. Trabalha em um segmento em que quase todo mundo do trabalho é full "tradicional família brasileira - versão fake". Ou seja, 'conservadores' que conhecem o mapa dos puteiros do Centro do Rio como a palma da mão (não estou dizendo que todo conservador é assim, até porque muita gente à esquerda tem o mesmo comportamento).
As recomendações dos caras são estapafúrdias. Tem até um adepto dessas técnicas de pick-up artist (PUA) que está aconselhando ele também. "Tenho que mostrar para ela quem é que manda e que estou bem". Saiu com uma menina no Tinder e fez questão de mandar a foto da menina para a ex-mulher, só para vocês entenderem o nível da falta de noção.
A gente corre junto algumas vezes por semana e as primeiras semanas pós-divórcio ele anda full influenciado pela galera do trabalho. "Não vou ficar sem foder, né?". "Na verdade, esse divórcio foi uma benção". "Vou aproveitar tudo o que eu queria agora". "Vou mostrar para ela que sou muito maior do que ela e do que tudo isso".
Agora o cara vive numa montanha-russa emocional absurda. Tentei dar uns conselhos. Pedi para ele esperar a poeira baixar antes de sair com alguém, que sair comendo qualquer uma não ia curar nenhuma ressaca emocional. Que esse papo de "não posso ficar um mês sem comer ninguém" é papo de retardado, a não ser que ele seja o Tiger Woods e realmente tenha probleminha na cabeça.
Quando eu soube por ele dessa história de mandar essa foto da menina com quem saiu uma vez para ela (primeiro a mulher contou para a nossa amiga, algumas semanas depois ele me confessou isso chorando), só expliquei que ele cada vez mais confirmava as reclamações dela. Que ele era inseguro, que ele era impulsivo, que ele era imaturo. Nas brigas, queria sempre tentar sair por cima para manter a moral. E tudo que ele andava fazendo era queimar pontes.
Não é a primeira vez que vejo um divórcio ou fim de um longo relacionamento acabar dessa forma. Geralmente é o homem tentando mostrar que é homem e negando que a tristeza existe. Aliás, além dessa masculinidade tóxica, outra coisa que as pessoas parecem cada vez mais se negar a aceitar é a própria tristeza. Repetir mantras de que você é feliz ou emanar good vibes não aplaca a solidão ou a depressão de ninguém, só reforça essa falsa sensação de que todo mundo ao seu redor está feliz - só você que não.
Entre mulheres, ainda vejo mais suporte. Ainda vejo mulheres que admitem estar tristes ou que se abrem com mais facilidade para amigas. Entre homens, muitas vezes rola aquela questão da 'fraqueza', de não expor, de ter que mostrar que você é forte. E aí a gente cria essa geração imatura que não sabe lidar com tristezas e frustrações em geral.
Enfim, só queria dividir esse desabafo e essa história. Não é a primeira vez que vejo homem agindo assim após relacionamento, e sei que não vai ser a última.
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2018.11.09 00:25 TaiSantiago Até quando vou me sentie um passarinho preso?

Desde pequena sou muito controla pelos meus pais, sempre fui aquela filha obediente e fazia tudo o que eles queriam. A palavra final sempre foi a da minha mãe. Ela sempre implicou com namorados e deve ser por isso q só tive dois na vida (o meu atual é o segundo). Ela controlava os lugares q eu ia, a hora de chegar em casa, minhas amizades, as viagens só podiam ser da igreja, controlava a hora de dormir e de acordar, o que eu tinha comer e vestir. Nunca pude usar uma blusa sem mangas, acreditam? Pois é, fiquei assim por quase toda a vida. Um dia decidi sair do Brasil e estudar na Argentina. Hoje moro aqui há dois anos e tenho 28 anos. No Brasil eu tinha minha independência financeira pq eu trabalhava, mas aqui eu passei a depender dos meus pais. Pois estudo medicina aqui e fica muito pesado trabalhar. O meu desabafo é que estou me sentido em uma gaiola, mesmo estando longe dela, pois ela quer mandar em tudo. E eu sempre fico com a consciência pesada quando não obedeço (não sei pq isso, mas sempre fui assim). O problema maior agora é pq estou namorando um a gentileza e ela está implicando comigo, ligou agora pouco dizendo um monte de coisas que me machucaram e não tou sabendo lidar com isso. Só pq ele é de outro país, ela não o conhece , não conhece a família dele e por ele não ser da Igreja ela fez um inferno na ligação. Pelo o que eu entendi ela não aceita esse namoro. E eu como estou? Arrasada! Como ela não aceita a pessoa q eu amo? Como ela faz um inferno só por causa de um namoro? Não acredito q ela quer me controlar até nisso!!!! Já até pensei em largar esse curso, trabalhar de novo para ter pelo menos a independencia financiera de antes e me sentir um pouco mais livre. Eu estou me sentido muito sufocada, ela quer controlar tudo e já tenho 28!!!
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2018.10.08 15:08 jogarfora2 Um pouco perdida

Nem li nem lerei: não suporto mas morar com meus pais, mas não tenho o que fazer, a não ser aguardar e olhe lá.
Cresci no meio de um casamento ruim e tóxico dos meus pais, tenho 24 e ainda moro com eles. Escutei e passei poelr situaçoes que não deveria desde que me lembro por gente.
Quando tinha uns 5 anos tive que ir ver uma menina que era um pouco mais velha que eu, minha mãe ficava falando que era filha por fora do meu pai e que estavam interagindo pq estava sendo feito teste de DNA, acabou que não era filha. As vezes minha mãe me levava na rua da casa da amante do meu pai e ficava apontando pra casa mostrando qual era e me falando, até hoje lembro o nome da mulher que era Rosane. Dentre outras situações ruins.
Eles só viviam brigando, a ponto de se agredirem, nunca se deram bem e até hoje não se dão, eles tem uma casa de praia há 12 anos e até hoje só foram passar um fds juntos uma única vez, que foi esse ano pra poder arrumar a casa. Eles não se aturam, não fazem nada juntos tem muitos anos, só vivem reclamando de como as pessoas são ruins. Ficaram juntos pra manter a aparência social, "o que as pessoas vão pensar de mim se for separada?" Dizia minha mãe. Quando eles ficam juntos em frente de casa conversando com os outros, ficam de braços dados, tenho uma raiva disso, as pessoas nem imaginam que eles vão chegar em casa e começar a se ofender.
Eles sempre foram controladores também, até hoje não consigo comprar uma calcinha sem que minha mãe queira dar um palpite, se eu vou ao varal de roupa pegar minha toalha pra tomar um banho tenho que ouvir "vai tomar banho?", Se vou a cozinha escuto um "tá fazendo o que? Vai comer?" Isso quando minha mãe não aparece do lado pra ver se eu tô pegando a comida direito, toda vez que chego em casa escuto também um "jogarfora, já chegou?" Se desço as escadas também é um vai fazer o que, se medo nas minhas coisas é um tá fazendo o que?
Além do fato da minha mãe mexer nas minhas coisas quando saio de casa(ela faz isso com minha irmã, ela disse que quando saio mexe nas minhas coisas tbm), detesto isso, tive que ouvir um "s então esconde nada, vou mexer mesmo" Ela nunca teve tempo pra nada, viveu para o trabalho, sempre ouvi um "não tenho tempo ou estou cansada", ela aposentou um horário e as respostas são as duas mesmas de sempre. Meu pai é outro, extremamente porco, chega em casa da rua com as mãos sujas e vai colocando as mãos na panela, levanta a tampa do vaso e consegue fazer xixi na privada, na tampa e ainda no chão, não limpa nem desce a tampa. Tem uma lição de moral pra tudo, pra tudo mesmo, recebi lição de moral em como abrir um portão. Essas e outras manias que já não suporto mais.
Único assunto que sempre souberam conversar comigo?? Só sobre estudos. Hoje eles se perguntam porque não converso direito com eles, parece que o casamento tóxico e ruim que cresci no meio não existe nem nunca existiu. Cheguei um ponto que a maioria das coisas respondo um "AHAM"
Arrumei um namorado que era pobre e que não tinha nem onde cair morto, pedi pra ele fazer um curso e ele fez, pedi pra trabalhar na empresa tal e fez também, ajudei a comprar uma moto pra se locomover bem, felizmente cresceu na vida, isso de 7 anos de namoro tem um ano e meio que conseguiu subir na vida. Antes as pessoas me falavam que eu deveria largar pq ele não queria saber de nada, mas insisto nele e deu certo, fora a cara de bunda da minha mãe pq ele era pobre, que tive que aturar.
Eu vou me formar esse ano e vai demorar pelo menos, no mínimo, mais um ano pra eu conseguir começar a ganhar dinheiro, enquanto isso vou ter que continuar morando com meu pais pq preciso de ajuda financeira.
Contei minha história pro meu namorado e confesso que as vezes jogo indireta pra ele me tirar de casa, mas o que escuto é "não posso fazer nada" Confesso também que pensava que ele me salvaria dessa se eu ajudasse, mas uma parte do emprego que ele conseguiu não deu certo, só vai dar daqui uns 5 anos ainda. Fora que não sou o tipo de mulher que o homem sustentaria né. Se bobear daqui um tempo ele me troca porque escolhi um curso saturado e sabe se lá se vou conseguir trabalhar de profissional liberal e ganhar algum dinheiro. Ele sempre fica impressionado quando no trabalho dele engenheiro tal é casado com engenharia tal, juíza tal é casada com funcionário público de tal órgão, da a entender que ele quer a mesma coisa pra ele. Vou ficar chateada se me trocar, mas vou fazer o que, nada, esse é o ideal de relacionamento que ele quer, não posso culpa lo.
Não sei do que vim atrás e acho que ficou tudo bem embaralhado, desculpa. Palpites são bem vindos
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