O que eu amo música

Eu Deus que eu amo Letra: Deus que nunca viu outro igual a si, Deus que se inclina só pra me ouvir, Deus que nunca viu um problema impossível, Esse é O Deus que eu amo, Deus que nunca me desamparou, Deus que nunca erra os seus alvos, Deus que perdoou os... Eu amo sua música, e sempre amarei.' Inscreva-se no nosso canal Whiplash.Net no YouTube O guitarrista do QUEEN homenageou Eddie pouco tempo depois que a notícia da morte do músico se espalhou. Eu te amo, ah eu amo, eu te amo. Mas o dia que eu Puder lhe encontrar Eu quero contar O quanto eu sofri Por todo esse tempo Que eu quis lhe falar. Eu te amo, ah eu amo, eu te amo Eu te amo, eu te amo, eu te amo. Cartas já não adiantam mais Ah, eu quero ouvir a sua voz Vou telefonar dizendo Que estou quase morrendo De saudade de você Marisa Brito lança a música 'Todos Que Eu Amo', assista o videoclipe! 18 de setembro de 2020, 15h40 , por Nicole Demartini Nesta sexta-feira (18), a cantora, musicista e compositora Marisa Brito, lança o single “Todos Que Eu Amo”, que celebra todos os tipos de amor. Eyshila - O Deus Que Eu Amo (Letra e música para ouvir) - Deus que nunca viu outro igual a si / Deus que se inclina só pra me ouvir / Deus que nunca viu um problema impossível / Esse é O Deus que eu amo / Deus Encontre uma resposta para sua pergunta eu amo essa música do Gustavo Miotto ️ 1. Entrar. Cadastrar. 1. Entrar. Cadastrar. Faça sua pergunta. Faça sua pergunta. fernandalopes27 fernandalopes27 há 6 minutos Português Ensino fundamental (básico) +5 pts. Respondido O Deus que eu Amo de Eyshila, música para ouvir com letra, tradução e vídeo no Kboing. Ouça e baixe gratuitamente a música O Foda É Que Eu Amo.mp3 - Saia Rodada (CD: Saia Summer 2020) no Musio. O que eu mais amo? ... música Music Playlist at MixPod.com. quarta-feira, 16 de março de 2011. ... o paraíso é o que nos espera , eu não me quero atrasar . Um abraço , um carinho , ou apenas o teu olhar , [one live , one love , yeah ] mulher da minha vida , é só a ti que eu vou amar . O Deus Que Eu Amo - Eyshila (música para ouvir com letra), salve a música na sua playlist e escute quando quiser!

Paixões

2020.10.20 03:25 um_ser_pensante Paixões

Do que vocês mais gostam?
Eu gosto muito de música clássica, comecei escutar a pouco tempo e foi amor à primeira vista. Também estou gostando de meditar, comecei hoje, é um pouco difícil mas depois é uma sensação maravilhosa. Um outro hábito que acho essencial é fazer exercício físico, amo musculação e ciclismo, também gosto de natação e corrida. Outra coisa que gosto é da natureza, as plantas e os animais. Um hábito que quero incluir é o da leitura, eu já li um livro há um tempo atrás, gostei, mas não terminei ainda e tenho falta de motivação.
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2020.10.18 01:25 LittleCowofOsasco Alguém conhece alguma página boa com códigos de GML atualizados?

Eu tenho desenvolvido games merdas a um tempo no Game Maker Studio 2, eu sou péssimo em programação, mas amo, como amo desenhar e ver e fzr filmes e ouvir e fzr música, mas tipo, pra programar jogo em GML eu n achei porra nenhuma de útil além dos tutoriais da YoYo Games (que são bons paca), e tipo, o site que ensina GML bem, tem muita coisa que a comunidade descobriu faltando, então eu gostaria de dicas, sla, só dêem uma ajuda para um amigo nececitado aqui?
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2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.10.11 23:04 TapperTotoro Eu venci a depressão e é isso que tenho feito desde que me curei! - Parte 4/365

Uma espécie de diário aberto: Hoje vou escrever sobre o agora.
Olá :)
Por ser um dia em que estou mais relaxado e não quero "viajar" para o passado, escreverei sobre o agora, o hoje. Prometo que serei um pouco mais curto e se necessário, partilho também um texto literário da minha autoria (novamente). Uma coisa que acho que não afirmei ainda é que escolho sempre o mesmo "flair" (depressão) para partilhar os textos sobre a minha luta antes, durante e depois de me ter curado da depressão porque, na minha cabeça, faz sentido usar somente essa 'categoria'.
Para colocar em perspetiva: quase sempre que escrevo ou componho, estou sentado à mesa que se encontra cheia de papeis, livros, cadernos, periféricos de informática, instrumentos musicais e uma caixa de música (daquelas antigas que tem uma bailarina dentro e só toca uma melodia bem melancólica). Este, é definitivamente o meu lugar favorito no pequeno apartamento em que vivo, pois é aqui que crio, partilho e aprendo todas as coisas desde que me curei e deixei de viver na rua.
Hoje, foi um dia relativamente longo, mais do que os dias da semana toda. Lembro-me de acordar e de ficar por quase duas horas a ver vídeos no Youtube porque ainda era de madrugada (acordo há já alguns meses por volta das 03:00 da madrugada). Também não saí da cama - do quarto e vir para a sala - para não deixar sozinha, ao frio que faz atualmente no norte de Portugal, a minha namorada que ainda dormia. Um último motivo para ficar na cama e ter momentos de ócio: preciso de descansar o meu cérebro por completo pelo menos uma vez por semana, pois os meus estudos não são fáceis e estou a aprender algo do zero e só tenho até ao final do próximo ano para dominar e aplicar no mercado de trabalho tudo o que aprendo e aprenderei (Javascript, Python, C#, HTML, CSS ...).
Mas ainda assim, hoje foi - está a ser - um dia incrível, li bastante, estudei um pouco, cozinhei (é uma das coisas que gosto muito de fazer para as pessoas que amo, e faço-o muito bem, tanto que era capaz de ter uma ou duas estrelas Michelin haha), enfim, fiz "cenas" mais "normais" e não me senti, digamos, ansioso para voltar para a sala e enfiar-me nos estudos ou no processo artistico-criativo apesar de ter gasto uma hora de manhã para por em prática um software de música que implementarei no meu "arsenal" de produção, e quiçá, quando voltar aos palcos para tocar ao vivo ...
Hoje ao acordar senti-me mais como me sentia há uns 10 anos atrás, quando era menos social (sempre tive problemas por ser um pouco mais inteligente ou me interessar mais por coisas que agregam valor ao intelecto), mas ainda assim, conseguia não estar submerso nesse meu mundo de constante aprendizagem e criação. Se calhar tudo o que eu precisava era começar a escrever e partilhar o meu diário e a minha história, ser um pouco mais prestativo para as pessoas que precisam, "lavar a alma" e deixar as pessoas entrarem e olharem para mim com intuito de ver.
Hoje, acordei com o pensamento que tem regido e muito os meus processos evolutivos (cura, afetividade, empatia e perdão) e que agora ao chegar ao final desse texto, quero partilhá-lo com você que me vê, me lê, visita-me: 'sempre que existir amor não escondas, e mesmo que expressá-lo resulte em dor, não te esqueças nem te resguardes de dizer, amo-te!'
Com carinho;
Aladino.
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2020.10.10 14:16 TapperTotoro Os meses em que vivi na rua, toda a fome que passei e a bicicleta que mudou tudo para melhor.

Eu venci a depressão e é isso que tenho feito desde que me curei! - Parte 3/365
Uma espécie de diário aberto: Os meses
Olá ...
Hoje não devo escrever muito, e decidi partilhar uma prosa que escrevi nos meses que sobrevieram o meu divórcio (editado: escrevi mais do que achava que escreveria).
Para colocar em perspetiva: depois de sair da casa que era minha (comprada e que ficou para a minha ex-esposa e para os meus filhos) consegui alugar uma casa por alguns meses, mas não conseguia trabalhar por causa da profunda depressão, além de não receber respostas positivas por parte das empresas para onde mandava o meu curriculum e em poucos meses todas as minhas poupanças acabaram e acabei por ter de ir morar para a rua. Morar na rua implica passar fome - já passei noutros momentos da minha vida, pois durante grande parte da minha infância, o país em que nasci e vivi até antes de me ter mudado permanentemente para Portugal, viveu em guerra civil - felizmente Portugal é um país relativamente seguro, mas nada fácil principalmente para pessoas negras (acreditem, por mais inteligente e boas referências uma pessoa negra tenha aqui em Portugal, é muito difícil arranjar algum emprego que os próprios portugueses consideram "condigno", e todos os lugares em que trabalhei cá eram fora da minha formação - Estatística, Gestão, Informática e Administração, fora os conhecimentos de informática que tenho mas que infelizmente ainda não tenho um diploma para provar que tenho, mas em breve isso mudará. (lembra-se, estou a estudar e no final do próximo ano recebo um diploma de Desenvolvedor de Software).
Felizmente por causa do meu trabalho com as artes, conheço muita gente que apesar de não me poderem ajudar com a questão da casa, arranjavam-me algo para comer durante os meses em que vivi na rua e saí da cidade em que fui viver depois do divórcio, muita gente passou-me contactos que elas tinham e eu arranjei um emprego num bar (aos finais de semana e feriados de noite-madrugada) e com esse dinheiro eu conseguia comer e poupar para comprar uma bicicleta.
Porque uma bicicleta?
Simples: eu caminhava mais de 10 quilómetros todos os dias que voltava do trabalho no Bar, às 02:00 da madrugada. Nessa mesma altura em que comecei a trabalhar no bar, ia para um lugar em que tinha uma escola antiga que era usada como estúdio de ensaio para bandas e outras atividades culturais e recreativas, e lá ficava a preparar as minhas refeições e compor músicas (além de tratar da minha higiene). Felizmente, eu não preciso de dormir bastante ou consigo passar até uma semana sem dormir (literalmente) e também aproveitava o facto de que existia uma praia fluvial por perto para ir tirar uma soneca lá nos dias em que estava muito exausto. Infelizmente o dinheiro que ganhava no bar, mesmo com as gorjetas não servia para alugar sequer um quarto (mesmo tendo eu comida de graça no bar para jantar de noite e pequeno almoço de madrugada, e poupando algum dinheiro); então a bicicleta ajudar-me-ia e ajudou bastante a tanto poupar mais algum dinheiro que gastava com o autocarro para ir trabalhar, quanto poder me deslocar para mais entrevistas e futuros trabalhos.
Passado um mês depois de começar a trabalhar no bar, recebi uma resposta de uma das fábricas em que tinha mandado o meu curriculum e que ficava há mais ou menos 10 quilómetros do edifício em que tinha a sala de ensaio; depois de ir para a entrevista de dia, na tarde do dia seguinte eles ligaram-me a dizer que eu tinha ficado com o trabalho e que começaria já no dia seguinte (nota, faltavam alguns euros para poder comprar a bicicleta nesse dia e eu tinha de arranjar uma maneira de conciliar os dois trabalhos, pois um terminava às 02 da madrugada e o outro começava às 05:30 da madrugada, mas de forma rotativa - uma semana às 05:30, e outra às 13:30, e nas sextas feiras a hora em que saia de um era muito depois da hora em que eu tinha de entrar para o outro trabalho - bar e fábrica).
Essa incógnita dos dois trabalhos que não deram para conciliar. O que fiz?
Bem, uma coisa de cada vez. Primeiro, fui trabalhar para o bar numa quinta feira que era feriado e tinha de entrar para a fábrica na sexta feira, às 05:30, e como ainda não tinha a bicicleta, saí do bar e caminhei até à fábrica, estava super empolgado e feliz por ter um trabalho a tempo integral, e como sairia às 13:30, não havia nenhum problema em não ir para a praia fluvial tirar uma soneca. Nesse dia, lembro-me que não foi difícil aprender a trabalhar com as máquinas da fábrica (tenho essa facilidade aprendizado absurda); mas passei todo o turno de trabalho a pensar em como lidar com essa incógnita e cheguei à conclusão que somente ia trabalhar no bar (e não poderia trabalhar lá porque não tinha como mudar os meus horários de trabalho em ambos os lugares) até a conseguir comprar a bicicleta e calhar a sexta feira em que o meu horário de trabalho na fábrica terminava depois do início do meu horário de trabalho no bar (num terminava às 21:30 e noutro começava às 17:00).
Segundo, trabalhei nos dois lugares durante uma semana, falei com os meus empregadores e como não deu para mudar os horários, despedi-me do bar e fiquei a trabalhar somente na fábrica, e no meio disso tudo, comprei a bicicleta e todos os dias, de segunda à sexta, numa semana acordava às 03:45 da madrugada para pedalar por uma hora até ao trabalho e depois mais uma para voltar até ao estúdio às 13:30 e noutra entrava às 13:30 e às 21:30 pedalava eu até ao estúdio de ensaios para espairecer e criar alguma coisa artística e fazer a minha higiene pessoal, além da comida para o dia seguinte ...
A fome e a rua!
A fome: em menos de 4 meses eu saí dos meus 98 quilogramas de peso, para os 66 quilogramas. Isso para mim resume tudo, mas ainda assim consegui ter energias para caminhar e lembro-me de ficar pasmo que em menos de uma semana eu tinha caminhado mais de 100 quilómetros (gravei uma foto com isso e uso-a para lembrar-me sempre do quão forte sou capaz de ser nos momentos de maior adversidade. A fome nunca é só fome, é também propulsora de ansiedade, fragilidade psicológica além da física, desmotivadora . . . mas venci a fome com toda as forças que reuni quando decidi voltar a viver e lembro-me muito bem que sempre que eu ia trabalhar para o bar, e sorria, não era um sorriso para esconder as dores no estômago ou todo o caos da minha vida nos últimos meses, mas sim um sorriso cheio de esperança e motivação, pois como já disse, pelo que parece, sou muito bom a começar do zero e a além de sobreviver, viver. A rua ofereceu-me muito mais do que eu podia imaginar, não no quesito segurança contra todos os elementos da sociedade e natureza, mas na paz que mesmo lá, no fundo do poço do conceito da sociedade materialista, encontrei e que me ajudou a ter mais forças para superar tudo ...
Enfim, sempre que me referir ao mês de junho de 2019, será para falar do mês em que recomecei realmente a minha vida depois do divórcio e de superar a depressão, a fome e o viver na rua, pois nesse mês eu consegui um trabalho a tempo inteiro, comprei uma bicicleta, conheci a minha atual namorara (uma mulher incrível que muito amo) e voltei a viver entre as quatro paredes em que me encontro hoje. Cá fica um dos textos literários que escrevi num dos meses em que morei na rua e perdia de forma assustadora a minha massa corporal:

GRÃOS, LEGUMINOSAS, TUBÉRCULOS E FUNGOS
É assim que se destrói o homem, em atenção, não! Não apenas o ser portador do mastro sexual, mas o animal de espécie humana. O fumo varre o meu olhar entre a realidade num lado, e a minha mente do outro, o vidro duplo no meio, física transparente da janela; da direita para a esquerda, embriagado pelo vento, enquanto se dissipa o tempo. Mas não! É assim que desaparece a minha vida. Enquanto como arroz, ao acordar, mas somente depois de passadas seis horas. Até lá, permaneço de estômago vazio a tentar escapar da morte. E ervilhas, e alface no dia da alface, e cenoura no dia da cenoura, e cogumelos, não os mágicos, no dia da não cenoura, depois de se terem acabado as regalias de poder escolher comer tudo exceto carne.
Conto cada moeda e frequências que me restam. A dissolução do acordo fraternal, previsível e instável, levou tudo, depois de seis anos a negar o evitável; anos que se prenderam à todas as decisões tomadas, desde o momento em que os meus pais, acidentalmente, deram vida ao humano que me tornei, até milhares de dias atrás, minutos que antecederam a rutura. Mas não! Não é assim que se destrói, põe-se fim ao marco de toda uma tentativa de encontrar a felicidade e a paz, nos braços de quem só me teve por posse, como se de um escravo se tratasse a minha existência, tal como foram enjaulados os meus antepassados mais próximos, acorrentados e separados do que lhes era posse por direito de nascença, alguns dias antes do meu nascimento.
Ao olhar para o fumo que se dissipou por completo, vejo as arvores que ao de longe são menores do que o meu medo, mas ao de perto, são tão altas quanto ou mais do que a minha alma que clamou por ajuda, à minha mãe, se é que ainda a posso chamar mãe; à minha irmã, não tão adorada desde sempre; ao meu irmão, em quem me espelho inversamente; aos agiotas, que nunca soube onde encontrar; aos ladrões que guardaram o meu dinheiro todo, durante a vida que perdi; aos traficantes, de tudo e menos alguma coisa; aos assassinos, de sonhos e modos; aos meus amigos, envenenados pela mulher que me desposou outrora; aos que ajudei um dia, a troco de nada; e ainda assim, nem mesmo por não merecer um pingo de empatia, ainda assim, ninguém me estendeu a mão, exceto?
Exceto a única pessoa que em meio tempo passou a ver quem sou, e descobri que sempre foi tudo; o que se esconde por baixo da máscara, quem se esconde por baixo do olhar e dos sorrisos, muitas vezes falso, muitas vezes desnecessário, mesmo não podendo dar mais do que o último centavo que lhe resta, permaneceu aqui, ao lado, a segurar-me pela mão e pelo olhar, numa tentativa de reanimar o homem, mas não o que carrega entre as pernas a corda reprodutiva, e sim o humano que nunca deixou, e se nega a deixar de ser uma criança, a mesma que chora sempre que se lembra de todas as vezes em que quase morreu, e que também morreu um dia, mas voltou por ter encontrado a resposta para a continuidade da vida, a criança que tem, com o passar de cada ano, menos dias para chorar, enquanto se prepara para ser o motivo do choro de, talvez, menos pessoas do que consegue contar, com quatro dos seus cinco dedos da mão esquerda.
É assim que se destrói um homem. Enquanto como arroz, antes de me deitar e desejar acordar noutra manhã, até lá, permaneço de estômago vazio a tentar escapar da morte. E ervilhas, e alface no dia da erva, a não psicoativa, e cenoura no dia da cenoura, e cogumelos, não os mágicos, no dia da não cenoura. Porque quem jurou amar-me abandonou-me quando tudo ficou extremamente difícil e necessário. E todos os que me amam, ainda, os mesmos que deduzo que não sabem o que é amar, estão longe agora que estou mais perto da transcendência. E apesar de me ter afastado propositadamente, para desperdiçar comigo mesmo alguns poucos anos da minha vida, ainda assim, me sinto indigno de pena, dissociado de tudo o que é meu, não por direito de nascença, mas por direito de divindade, de criação, de clonagem da minha acidez desoxirribonucleica, e dos meus glóbulos falciformes, alimentados pelos açucares naturais do pouco que me resta para comer, e pela gordura, e músculos do meu sempre magro corpo.
E assim se mutila e assassina o homem, fazendo-o comer-se a si mesmo, do tutano dos ossos para fora, até que inclusive os sonhos se tornem o único alimento imaginável que lhe resta para adormecido energizar a vida.
Reinicia.
Com amor;
Aladino.
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2020.10.07 18:53 Kl111w Acho que quero trabalhar com artes mas tenho um pouco de medo

Tenho 16 e eu amo artes, tipo, MUITO; e não importa muito qual arte seja, pra mim a arte é muito mais complexa do que aparenta, tem vida, história, sentimento, paixão, emoção e arte é quase tudo, uma pintura, uma escultura, uma música, um filme, uma atuação, enfim...
Moro em Portugal e aqui não é igual no Brasil, no ensino médio você tem que escolher um curso sobre algo específico pra fazer, é meio que um ensino médio só que especificado; ex: Eu tô fazendo o curso de Ciências e Tecnologias, mas se depois que eu me formar eu quiser ser, sei lá, CONTADOR eu vou ter muito mais dificuldade por não ter nenhum preparo e não saber nada dessa área. Aqui tem o curso de artes e eu adoraria fazer, mas é aquilo né? Pelo o que eu vejo pelo menos, não dá pra sobreviver muito da arte atualmente, então mesmo que seja algo que eu goste, as dúvidas e as variáveis são muitas; eu realmente não sei se troco de curso ou não =/
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2020.10.01 04:52 lalalyna To muito bebada

Não sei se vou conseguir acordar pra trabalhar amanhã no horário certo, mas to muito bebada, ouvindo as músicas que eu eu gosto sentada no chão da cozinha.
To muito feliz por tudo ter dado errado, se tivesse dado certo eu não teria bebido tanto.....
Eu amo estar bebada, que sensação maravilhosa, nunca imaginei que conseguia escrever tão bem nesse estado....
Obrigada vida por ser tão ridícula e tão bosta, talvez se vc tivesse sido tão boa eu não estaria do jeito que eu estou pronta pra qualquer coisa.
EDIT: Sim, acordei na hora certa pra ir trabalhar, mas acordei muito mal. To com muita ressaca, na hora de beber é tudo flores, mas a ressaca é fudida. Mas agora vida que segue, foi válida a experiência.
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2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.23 16:31 Idalen Eu não amo meu curso

Estou cursando ciências da computação há quase 2 anos numa faculdade de excelência, mas eu não amo o que estou fazendo. Ao mesmo tempo, sinto que todos os meus colegas são muito mais talentosos e interessados do que eu e sabem de muito mais coisas mesmo a gente estando juntos no quarto período. Às vezes aparacem conteúdos que me animam, gostei de estatísticas, gostei de grafos, gostei de algoritmos. Mas nunca surgiu aquela paixão incessante de sempre estar estudando aquilo.
Também não gosto muito das pessoas. Rola muito aquela mentalidade meio coach de produtividade, deixar legado, metas, chamar atenção das empresas, linkedin. Essas coisas me fazem muito mal, eu não consigo ver tanto prazer em ter que trabalhar, não quero ter que me submeter a essa cultura pra ir atrás de um emprego.
Isso me faz sentir que vou ser um fracasso, ainda nãõ participei de nenhum dos grupos de extensão do meu campus (tentei a empresa junior, mas não aguentei 6 meses devido a esse ambiente de empresa que citei há pouco). E com a falta das aulas presenciais, isso ficou mais difícil ainda. Eu também gosto de ter outros hobbies fora da computação. Gosto de cinema, de música, de filosofia e não encontro isso lá nunca.
Tava vendo outros cursos que também me chamam interesse, como Economia e R.I., mas eles não tem a perspectiva de emprego que tenho no meu atual. Como eu falei, não é que eu não goste do meu curso, mas eu também não o amo. Me sinto muito atrás por isso.
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2020.09.21 13:50 FlavioKD9 Ultimo desabafo

Bom, essa é a última vez que venho desabafar aqui no reddit, primeiro porque nem eu me aguento mais aqui, e segundo porque eu não aguento mais viver.
Vamos começar com toda razão do problema, eu tenho sido uma pessoa completamente frustrada, não tento mais realizar nada. Até porque o meu real sonho, eu não posso alcançar. Tenho o sonho de trabalhar com música, ser famoso, ter sucesso, poder marcar o meu nome na história da música brasileira. Sonhos de adolescente de 15 anos, eu sei. Só que, não sei cantar bem, não sei tocar um instrumento a nível profissional, não sou bonito, não tenho a voz boa, não sou popular e não sou inteligente. Ou seja, é tudo um sonho que vai viver na minha cabeça me consumindo. Só que eu amo música, eu consumo música como um bêbado consome cachaça, vou dormir, fazendo comida, tomando banho, até pra escolher música eu coloco alguma primeiro pra não ficar em silêncio. Eu tenho tido várias ideias pra letras/clipes de músicas, sigo anotando todas, se não fizer sucesso enquanto estiver vivo, quem sabe alguém acha depois que eu estiver morto, grava e faz sucesso. A vontade de ascender a classe social é outro sonho que não é tão alcançável, queria muito poder não me preocupar com dinheiro e poder ajudar os meus pais e outras pessoas, ou qualquer coisa do tipo.
Segundo ponto é a ansiedade, desde que começou a quarentena (março) eu não saio de casa, eu já não saia normalmente, por ser bastante antissocial. Mas, no fim de semana, sempre ia no Shopping olhar as coisas que queria comprar e não tinha dinheiro. Eu sempre fui uma pessoa ansiosa, mas nunca tinha tido uma crise de ansiedade, durante a quarentena tem dias que tenho 2 ou 3. Sinto palpitação no peito, dores de cabeça, começo a chorar, começo a suar, falta de ar, dormência nas pernas e tensão no corpo todo. E como sempre fui uma pessoa muito solitária, ninguém sabe dessas minhas crises. Nesses últimos dias, tenho sentido uma vontade enorme de cometer suicídio. Simplesmente, vou dormir todos os dias sonhando em não acordar no outro dia. Só que eu não posso ter essa escolha, porque minha mãe se sente sozinha comigo vivo. Eu não escolhi nascer, não escolhi ser uma pessoa sozinha, eu só quero que essa dor que eu sinto no meu coração, como se tivesse uma bola de fogo dentro do meu peito derretendo tudo e prestes a explodir. Queria que meus sonhos se realizassem, mas eu sei que nada nessa vida é como a gente quer. Queria poder ser rico, ter uma vida boa, poder dar uma vida boa para os meus pais, poder ajudar pessoas de alguma forma. Eu não consigo mais ficar na companhia de alguém por muito tempo, porque desde os meus 11 anos (acho) eu sempre fiquei sozinho praticamente o dia inteiro, não tinha irmão, não tinha amigos na escola, sempre foi um problema.
Um outro problema durante essa quarentena problemática do caramba, é que eu me apaixonei por uma mulher famosa, a qual eu acompanho o trabalho dela fazem 9/10 anos. Eu como um adolescente sentia atração por ela. Só que teve um hiato em que eu deixei de acompanhar, e esse ano, eu voltei a ver ela mais frequentemente nas redes sociais e em qualquer lugar. E não é mais atração que eu sinto por ela, é algo mais apaixonado, eu sonho com a gente tomando vinho, com as amigas(os) dela em uma sexta feira, sonho com a gente escrevendo músicas, olhando o pôr do sol numa tarde de domingo, contando histórias um pro outro, se divertindo, aproveitando a vida, ela mudando de cor e tamanho de cabelo o tempo todo, a gente meditando junto. Quando eu fecho os olhos agora, só consigo pensar no sorriso dela, e tudo que eu faria pra manter aquele sorriso no rosto dela pra sempre. Eu nunca a conheci pessoalmente, mas sinto uma ligação entre a gente (eu sei, é bobo e eu preciso de tratamento psicológico urgente). Só que eu acredito na merda do destino, mas também acredito que o destino não vai entregar tudo comigo parado em casa.
Vamos pra outro problema. Ela tem um crush em ninguém mais, ninguém menos que Jaden Smith. E eu não consigo competir com ele, eu sou gordo, feio, tenho mordida aberta (ou seja, meus dentes são fudidos) e tenho uma puta vergonha do meu corpo, e com isso tenho medo de me relacionar.
OBS!!!! Se você não quiser ler sobre meu corpo estranho e meu medo de se relacionar com alguém sexualmente, pule um parágrafo. Obrigado.
Sexta feira vou fazer 22 anos, e eu nunca me relacionei sexualmente com alguém antes, primeiro porque ninguém é louco o suficiente pra fazer isso, segundo porque mesmo que tivesse, eu não aceitaria porque tenho vergonha de lá de baixo também. Primeiro que ele não é grande e é fino, segundo porque como eu sou gordo, e tenho a parte em cima do pênis, gorda também, o que deixa ele menor ainda, terceiro, eu sou mono bola, ou seja, só uma desceu. Tenho medo de me relacionar com alguém, e a pessoa começar a rir na hora ou até fazer alguma coisa pior, sei lá.
Continuando, como começaram essas crises de ansiedade, eu comecei a meditar, e isso tem me ajudado um pouco, mas não dá pra meditar a cada 1 hora. Então tem alguns momentos em que eu fico com a pouca ansiedade, eu consigo relaxar o corpo e a mente. Outra relação com a meditação que tem me ajudado também, é que quando eu vou tomar banho, eu desligo as luzes, e começa a entrar uma luz natural pela janela (não tomo banho durante a noite, porque só tem uma banheiro que fica do lado do quarto dos meus pais, e eu não poderia acender velas nem tomar banho com luz desligada porque eles iam achar que eu estou maluco, não que eu não esteja, mas é meu momento de paz) e eu também coloco uma música pra relaxar. Aquele momento, é o melhor do meu dia, é o momento em que eu fico mais em paz. Nada pode me tirar do sério, meus pensamentos vão embora junto com a sujeira. Só que quando saio, passa uma hora e volta tudo ao normal. Também tem a meditação da caixa infinita, me vejo em uma caixa enorme que eu não consigo ver o fim, só que tem vezes que eu não consigo enxergar nada, é tudo escuro e frio. Tem vezes que é claro como o dia, eu consigo me ver realizando os sonhos que estão na minha cabeça, consigo ver tudo que eu mais queria. Consigo ver o rosto dela dentro da minha cabeça.
É isso, eu não sei mais o que fazer, estou pra fazer 22 anos, já sou frustrado, tenho certeza que nenhum dos meus sonhos vão se realizar, e queria poder ter a livre escolha de morrer. Não é que eu não ame a vida, eu amo demais, eu amo olhar pra lua, amo escutar música, amo sentir o cheiro de pão saindo do forno, amo ver o sorriso da pessoa que eu nunca vou me relacionar, amo meus pais (mesmo sendo problemáticos, o que é normal, porque todos somos), amo o som do mar e a música que a natureza cria.
Eu sinto que faltou muita coisa que eu não escrevi aqui, é que na verdade, minha cabeça tá uma bagunça, são tantos pensamentos, tanta ansiedade. Sei lá, desculpe se alguma coisa ficou confusa, ou sem sentido. Qualquer coisa me avisa aqui que eu tento explicar melhor. E obrigado separar um tempo pra ler essa epopeia enorme. Você é incrível.
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2020.09.18 04:22 ZackZadek Sou crianção mesmo, dane-se a sociedade!

Adulto, Amo Desenhos Animados, Amo jogos de criança (Lego, Minecraft, etc...), Amo correr, Brincar, Dançar, Amo Brinquedos, Sorrir. Eu sou uma criança! Foda-se quem me julga, eu Amo ser assim, e me sentir assim... Qual a graça de ser sério o tempo inteiro? Você pode ser infantil mesmo tendo que trabalhar ou estudar, poha, da pra ser feliz até num Velório, esse negócio de "Amadurecer".... Amadurecer não é esquecer seu lado infantil, e sim cuidar das suas responsabilidades, você não precisa largar sua maior Personalidade porque as pessoas acham que amadurecer é ser sem sal e ter a cara fechada o tempo inteiro. Vida foi feita pra viver do jeito que você é, e não do jeito que querem que você seja. A vida é curta pra quem vive no padrão da sociedade, mas é longa pra quem vive do jeito que ama. Eu me amo, eu sou lindo, minha Personalidade é incrível, e que se dane quem não gosta. Sou apaixonado por Artes Cênicas, Música, Hqs, Animes, Desenhos Infantis, Festa. Viva a felicidade, quero uma festa no meu velório.
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2020.09.13 22:39 TravsTravinho Por que as pessoas têm medo de assumir um namoro? Por que é tão difícil mergulhar no amor e aproveitar os bons momentos?

Eu (20H) conheci esse menino (19H) no Tinder faz alguns meses, acho que há uns 4 ou 5 pra ser mais exato. Ele é bem bonitinho e é o meu tipo rs, mora em uma cidade que fica meia-hora de estrada da minha. Eu me divido entre morar aqui e em outra cidade (300km de distância) onde faço faculdade, e ele faz faculdade do outro lado do Brasil. Ambos estamos de volta nas nossas cidades natais por conta da quarentena em 2020 e das aulas estarem rolando online.
Nós conversamos alguns dias sem parar por mensagem, eventualmente esquecemos um pouco, mas depois voltamos a conversar por ter dado um segundo match no Tinder, daí fui bem direto, já que nunca consigo um date nesse raio de aplicativo e resolvi chamá-lo pra sair (isso em Julho). Saímos, ele veio pra cá, e como eu tenho carro a gente começou a dar bastante rolê por aqui, e depois eu sempre levo ele de volta na cidade dele, ficamos sempre batendo papo até de madrugada no carro. Contudo, ele não pode ficar aqui em casa e nem eu posso ficar na casa dele, porque ambos estamos ficando na casa dos pais.
A maneira que achamos de ter um momento foi a de irmos para a cidade onde faço faculdade, lá eu tenho minha casa e podemos passar um tempinho mais íntimos. Acho que no nosso quarto date fomos passar uns 4 dias lá. De qualquer forma é meio caro, e pegar um avião pra cidade dele não é uma opção também, pelo menos não agora com o preço das passagens. Normalmente fazemos sexo no carro perto da casa dele, e sim, eu sei, é triste a vida do gay que não pode ter intimidade com alguém.
De qualquer forma toda semana a gente se encontra, ele não tem tanta grana e acaba que eu pago muitas coisas pra ele. Durante o mês de Agosto, entre a viagem pra minha cidade, idas e voltas da cidade dele, restaurantes e gasolina eu acabei gastando 2.100 reais!!! Eu não sou rico nem nada, eu só ganho uma boa bolsa de 1.500 reais pela faculdade, que não tenho usado pra nada esse ano (to na casa dos meus pais desde Março) e tenho um tantão desses meses todos guardado na poupança para viajar ano que vem.
Estamos muito bem até então, passamos noites e noites conversando no Discord, vendo Netflix juntos. Ele já sabe muito sobre a minha vida, sobre meus relacionamentos passados, meus amigos, minha família e eu sei sobre o dele, incluindo o péssimo passado que ele teve com um ex-namorado abusivo. Ele me diz que sempre foi um inocente apaixonado, e se jogou muito facilmente nesse relacionamento com o ex, o que gerou muitos traumas, crises de pânico, rolou traição e mais um monte de coisas bem pesadas que não quero falar aqui.
Eu sou um cara bem de boa, ele diz que eu sou um príncipe, que nunca conheceu alguém que o tratasse tão bem, que fosse tão inteligente, atencioso. Acho que parte disso é que nos meus relacionamentos passados eu aprendi a me importar muito com quem eu amo, e realmente, eu sempre faço muitos elogios pra ele, tento fazer ele se sentir seguro, e por mais que ele tenha dificuldades de acreditar que alguém realmente gosta dele, sempre gosto de afirmar como ele é importante, autossuficiente, e merece tudo de bom no mundo, que ninguém mais pode fazer com ele o que o ex fez. Eu sou o tipo de namorado que mostra o quanto gosta e se importa desde coisas pequenas, como abrir a porta do carro , até imaginar que eu me jogaria na frente de um tiro por quem eu amo, e eu o amo. Amo muito, nunca conheci alguém assim, e eu sei quando é paixão e quando é amor, sou novo, mas eu sempre fui meio precoce rs e precisei amadurecer muito cedo na vida.
Ele disse que me ama primeiro, não sei, eu aprendi a não admitir isso tão cedo, ver onde estou pisando e ver se realmente há reciprocidade. Posso tecer mil elogios mas só digo que amo quando tenho certeza. Tudo parece muito perfeito (exceto pelo dinheiro rs), mas ele não quer namorar, ele tem medo, muito medo. Medo de se entregar e fazerem de novo com ele o que ele sofreu, medo de que algum príncipe como eu resolva mudar meu jeito repentinamente e vire um monstro, usando da dependência emocional dele como arma, chantageando, traindo, etc. Medo de voltar para a cidade da faculdade dele e estar preso em um relacionamento com alguém há quase três mil quilômetros de distância, por mais que eu não veja problema em voar até lá para vê-lo. Medo da palavra “namorado”.
Sério, a gente já faz tudo que um casal de namorados faria, talvez seja meio cedo, mas ele diz que não quer ficar com outras pessoas além de mim, e eu digo o mesmo, ele diz que me ama e que não vê o dia dele sem falar comigo, que não consegue ficar longe de mim por muito tempo e já morre de saudade quando a gente se despede, ficamos conversando no carro, ouvindo música, mostrando qualquer coisa no celular um pro outro até a bateria acabar e perdermos noção do tempo. Já cheguei em casa 5h da manhã uma vez sem saber que horas eram ou por quanto tempo ficamos juntos. Ontem assistimos um filme em call pelo Discord e eu assisti ele dormir por umas duas horas enquanto eu estudava para uma prova que fiz hoje cedo, e quando ele acordou no meio da noite disse que não queria desligar, que queria dormir sentindo como se estivesse comigo, abraçando o travesseiro. Mesmo assim, ele não quer me chamar de namorado.
Mas, se o sentimento que eu sinto por ele é tão bom e puro, se nosso amor é tão saudável e cresce cada dia mais, por que precisamos nos segurar e não nos jogar no amor? Como pode uma pessoa traumatizar outra a ponto de alguém ter tanto medo de uma palavra?
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2020.09.10 15:54 henrylore Najiyu Ep 3 - Nevaska, a ninja raposa do gelo!

??⁰: você não tem jeito...
*vai pra cima da nevaska
*tenta dar um soco nela
Ne: *segura o soco e olha pra cara dele com uma carinha tipo 😶
poxa, é isso?
??⁰: eu já te avisei pra não ficar tirando sarro...
*se joga pra trás e começa a rolar
AGORA VOCE SE VERA COMIGO
*vira uma roda tipo a do junkrat tlgd
H: EITA
Ne: *junta as mãos
PAREDE DE GELO
*levanta uma parede de gelo (darr)
??⁰: *bate na parede de gelo e racha ela
*depois de um tempinho quebra a parede de gelo
L: a sua parede aí não foi muito efetiva não hein
??⁰: *chega na frente da nevaska prestes a atropelar ela
Ne: *prepara e dá um soco na cara dele que você não sabe como ela acertou ele girando
??⁰: *vai pra trás
Ne: eu sinceramente não sei por que um ladrãozinho tá querendo bater em mim
??⁰: vocês são parte dos cavaleiros, vocês também querem a dominância pra vocês
Ne: você não tem cara de saber muito sobre a resistência
L: residência?
H: Denis?
??⁰: pode não parecer, mas por mais que vocês sejam neutros em relação a nós, facções distintas que querem reinar as terras, não vamos deixar com que vocês derrotem a atual monarquia, CASO CONTRÁRIO O REINO VAI SER DE VOCÊS
então vocês são inimigos também.
Ne: resumindo em palavras menos bonitas, vocês querem ter o gostinho de descer o cacete na mulher lá
??⁰: olha como você fala comigo
Ne: não tem como eu olhar como eu falo, o certo seria ouvir, não?
??⁰: GRRRRR CALE A BOCAA *soca o chão e faz um buraco em volta de si mesmo
H: ei-
Ne: shhh, assiste
??⁰: *coloca o dedo do lado da boca e puxa o ar
BOLA DE FOGO
*atira uma bola de fogo na Nevaska
Ne: *fecha os olhos e estende a mão pro lado
H: ??
L: o que
Ne: *começa a se fazer uma lança de gelo na mão dela (tipo a da pearl de Steven universe)
*segura ela e prepara um ataque
REFLEXO DE LUZZZZZ
*reflete o ataque MUITO RÁPIDO MESMO
*E ELE BATE COM TUDO NA BARRIGA DO CARA E JOGA ELE PRA LONGE NUMA VELOCIDSDE INIMAGINÁVEL
*enquanto isso tudo ela deixa cair uma coisa que parece ser um distintivo de ouro
L: *percebe o distintivo
Ne: ...
ele foi mimir
*aponta pro cara com o polegar
H: ...
Ne: vocês tão bem?
*chega perto
L: *levanta sozinho
quem é tu??
Ne: *estende a mão pro Henry levantar
meu nome é Nevaska, eu sou uma ninja do gelo
L: só isso?
Ne: é ué
L: nao tem mais nada não
Ne: não?
L: hmmmmmmmm....
H: *segura na mão dela e levanta
você é uma raposa?
Ne: sim.. eu espero pelo menos
pelo visto você também é uma
*lança na mão dela começa a se quebrar e derreter
é legal, faz um tempo que eu não vejo raposas por aqui
H: *analisa ela
{Nevaska
Nevaska tem os olhos azuis um pouco escuros, um cabelo branco com uma presilha azul escura também uma blusa de manga comprida cinza com luvas longas pretas uma calça preta e uma bota cor gelo de couro ela usa um sobretudo cinza também que ela deixa ele meio enrolado pra trás e fica parecendo só uma manta mesmo ela também tem uma mochila}
H: você tava viajando por aqui?
Ne: na verdade sim, eu tava de passagem quando esse mano aí me parou por motivo nenhum
L: EU não tô convencido disso
Ne e H: ?
Ne: o que foi o que eu fiz pra você
L: o cara mencionou algo sobre resistência, ordem.
e você respondeu exatamente sabendo o que era, não foi?
então você sabe de algo que a gente não sabe?
Ne: carai mas pra vocês não saberem da ordem você tem que ser muito burros mesmo né
pfffft eu não faço parte disso aí não, metade desses caras acham isso
H: e então o que você é?
Ne: uma viajante ué, não tá na cara? eu costumo viajar por aí em busca de pistas sobre o mundo e talvez montar meu próprio grupinho de pessoas
L: *pega o distintivo no chão
e o que é isso?
Ne: *olha com um olhar sério pro Lusk
L: olha, eu não sou contra isso mas aparentemente vocês sao contra o reino
então, eu quero saber se eu poderia entrar pra essa ordem aí
eu sou um cara bem descolado que quer esfolar a cara do reino no asfalto sabe
H: Lusk!
*da um soco no cotovelo dele
Ne: *puxa uma faquinha e vai pra cima do lusk
H: OU
*puxa o lusk
L: *cai no chão com esse puxão
OU QUAL FOI
Ne: vocês sabem demais
...
*junta as mãos e atira uma bola de neve muito rápida no Lusk
L: *desvia
se eu tomasse esse ataque aí eu acho que eu ia ter dor de barriga por um mês
Ne: *vai pra cima do lusk de novo
*tenta dar uma facada nele
L: *segura a mão dela q ta com a faca
*chuta ela um pouco pra longe
Ne: *vai pra cima dele de novo e da um soco nele (com a outra mão)
L: *defense e começa a trocar socos com ela
H: ... caracas eu não sabia que ele lutava assim
Ne: *consegue jogar o lusk no chão e tenta dar uma facada na cara dele
H: °°
*troca de lugar com a faca
*segura o braço dela e da um mini chutinho na costela dela
Ne: *vai um pouco pra trás
*volta pra frente
*passa por ele e da um golpe na cauda dele
H: u
*visão fica um pouco ruim
Ne: *da um soco no estômago do Henry e depois no rosto
H: *cai no chão
Ne: *pega a faca
L: O MALDITA NAO FACEIS ISSO
*tenta socar a cara dela
Ne: *segura o braço dele e enfia a faca em um ponto
L: AAA
H: *da um soco na cara dela e aí ele vai pra cima dela
*segura ela
*olha pra cara dela
Ne: *tá com uma cara meio desconfiada mas com raiva
*chuta cauda do Henry por baixo
H: *fica bugado dnv
Ne: *passa a faca na bochecha dele chuta ele pra longe
H: *coloca a mão na bochecha

L: *REDEMOINHO DA MONTANHA
*joga ela longe com uma rajada de vento
H: começou a inventar nome pros ataques agora?
L: isso não importa agora ..
ugh
H: mano o seu braço
L: também não importa...
E POR QUE DIABOS VOCÊ NAO ACERTOU NENHUM ATAQUE NELA
H: eu não consigo fazer nada quando ela machuca a cauda, eu não sei o porquê
L: ...
H: mas chega aí a ideia é que talvez ela também tenha essa fraqueza...
L: então pra acertar ela a gente tem que acertar a cauda primeiro?
H: meio q isso
L: *tive uma ideia
*um min depois
H: *sai correndo com uma pedra na mão e joga ela atrás da Nevaska
Ne: *desvia e tenta acertar Henry com a faca
H: *troca de lugar com a pedra
*tenta acertar a cauda da nevaska
Ne: *vira e chuta ele pra longe
L: *vem quando ela tá despercebida e chuta a faca dela pra cima
Ne: *da um soco nela
L: *olha a faca indo em direção a cauda
Ne: *vai segurar a faca
H: *troca de lugar com a faca e da um SOCÃO NA CAUDA
Ne: °°
L: *se segura e faz tipo um Rasengan de ar só q ele não é azul
*acerta na barriga dela e joga ela longe
Ne: *sai voando e bate numa árvore
*sai do meio da poeira com o nariz sangrando
...
*emana uma energia muito grande de poder
H: iiii
L: ferrou.
Ne: tá.
H: hm?
L: O QUE
Ne: tá ué
H: ta oq
Ne: vocês perguntaram se podiam entrar pra ordem, e eu respondi

H: °°
L: ....
Ne: foi mal os machucados... eu precisava saber se vocês tinham cabeça pra batalhas assim
*bota a mão atrás da cabeça e ri
L: a gente confia nela?
H: eu voto que sim
L: uffffd é estranho ter que confiar em alguém que quase arrancou meu braço mas... é o que eu irei fazer
ok, estamos indo com você
Ne: CARACA MANÉ
ESSE É O ESPÍRITO (✯ᴗ✯)
H: *dá uma risada
mas aí, vocês tem uma base, um quartel, ou até um castelo?
Ne: eu não posso falar aqui as paredes tem ouvidos
vamos andar?
mas antes!
*vai pra perto do lusk com um frasco com um líquido rosa meio vermelho
*despeja um pouquinho no machucado do Lusk, que vai se fechando aos pouquinhos
*vai em direção ao Henry
*molha o dedo no líquido e passa na ferida do Henry na bochecha
*olha pras orelhas dele e sente alguma coisa reparando na cor...
*mas dps ignora
*fecha o frasco com a rolha de novo
prontinho
*guarda na mochila
H: o que foi isso?
Ne: lágrima de dragão, é extremamente curativa
H: caraaaaca...
(ㆁωㆁ)
L: ta, a gente pode ir?
Ne: como quiser, guia de turismo
**no caminho:
Ne: eu peguei leve com vocês, tá?
L: ah sim
H: uhum uhum
Ne: é sério! eu nem peguei minha lança e vocês viram isso...
H: por que não?
L: voce podia ter pego
Ne: é que é bem injusto eu ir bater em vocês com uma lança e vocês com facas de cozinha, não?
hehehehe
mas no mundo lá fora não vai ter essa moleza
ninguém liga muito pra justiça aqui, eu acho pelo menos
*abaixa a cabeça e olha pro chão enqnt anda
H: ... ah mas e aí? como funciona a resistência?
Ne: eu achei vocês super legais, além de vocês terem noção de combate vocês fazem piadas engraçadas
L: *chega perto do Henry
da uma patada nela
H: que?
Ne: ahabsusbshs tipoy isso
**chegando lá
ee é aqui
H: iii
{o cenário: tem uma puta duma floresta com um pouco de neve onde eles tão, eles olham pra cima e tem um morrinho com uma escada, e lá de cima parece dar pra ver a floresta toda}
Ne: *sobe a escada
{o tempo: já tá de noite D:}
Ne: lar doce lar
L: aqui?
H: woow
{o lar: é uma cabana mediana, com dois andares e um teto um pouco plano}
L: a
Ne: é aqui
*abre a porta podem entrar
{lá dentro: é tipo um lugar bem aconchegante mesmo, tem muitas fotos, tem 3 colchoes no chão, tem uma lareira desativada e uma escada pro sótão}
Ne: lá no sótão tá a minha cama
vocês podem dormir onde quiserem, des de que vocês não encham o saco me cutucando de noite...
H: hmmmm
L: onde você vai dormir, brether?
H: ainda pensando
Ne: *subindo a escada quase lá em cima
se quiserem dormir aqui em cima não tem problema, a questão é q o COBERTOR é meu
H: vai dormir com ela?
L: Não.
H: nem eu
L: *se joga num colchão do chão
eu durmo aqui.
H: e eu aqui
*pula o colchão do meio e vai pro da outra ponta
....
⌛um tempo depois...
H: *acorda de madrugada
*olha aos arredores e só vê a silhueta do lusk deitado roncando p krl
*ve a luz da lua entrando pela janela
*levanta e vai andando em direção ao mural de fotos
*pega uma foto
{a foto é a Nevaska com outra raposa da mesma cor do Henry, do mesmo tamanho da nevaska e as duas parecem bem felizes por mais q estejam cheias de curativos}
H: *ouve um violao bem longinho
*guarda a foto no bolso e sobe a escada
*vê a luz da lua vindo da escada por mais q as cortinas do quarto dela estejam fechadas
*sobe lá e vê o quarto dela
{é bem simples não tem nada além de uma mesinha com espadas e facas e um lugar onde tá um pijama dela de flocos de neve}
H: ...?
*percebe que tem uma escada ao lado que tem um alçapão aberto e é dali que tá vindo uma luz forte da lua
*sobe e olha pra direção da lua
*vê a silhueta da nevaska na frente da lua com um violão olhando a floresta e um farol bem lá no fundo
*escuta a melodia de uma música mt fofa
Ne: *para de tocar violão e olha pra trás
hmm?
*ve o Henry
....
No próximo episódo: -Ep 4- Sejam bem vindos! A resistência... obg por ter lido, te amo
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2020.09.09 20:02 gimme_c0ffee Ao pessoal que toca guitarra aqui do sub. Me deem um norte, dicas, sugestões, opiniões, etc.

Desde adolescente eu tenho vontade de tocar guitarra. Meus pais nunca tiveram contato com algum instrumento, então é algo que nunca foi incentivado em mim por parte deles. Eles gostam de música, mas como ouvintes. (Edit: Minha mãe me mostrou música clássica / erudita na infância, eu diria que isso me fez gostar muito de Rhapsody of Fire e também dos últimos álbums do Blind Guardian). Não estou apontando dedo nem nada. Acredito que pais sempre tentam prover o melhor para os filhos, dentro do alcance financeiro e discernimento deles. Por muito tempo adiei a coisa. Tive uns problemas de depressão, vontade de isolamento... vocês entenderam. Vou começar já adulto, paciência.
Eu sempre gostei de metal, foi o gênero que me deu vontade de tocar guitarra. Meu subgênero favorito sempre foi power metal, apesar de que eu escuto também um pouco de progressivo e trash. Algumas, mas não todas, bandas que eu tenho vontade de tocar algo, algum dia (mesmo que meia boca): Angra, Blind Guardian, Rhapsody(of Fire), HammerFall, Stratovarius, Iced Earth, Dream Theater, Symphony X... são tantas.
Eu queria uma Super Strato com, ao menos, um captador humbucker por causa da distorção. Sempre achei mais bonito shape de Strato. Além dos captadores, super Stratos costumam serem mais "pontiagudas". Acho que combina muito com o contexto das músicas que elas são mais voltadas para tocar xD. Acredito que não adianta comprar um instrumento que não é o adequado para tocar, ou tentar tocar, o que você tem vontade. Além do visual, shape de Strato também porque vi várias pessoas reclamando que Les Paul é pesada e que SG sofre de neck dive (eventualmente eu também irei tocar de pé).
Agora vem um problema. $$$!!! Mesmo guitarras de entrada são caras. Eu decidi fazer essas perguntas aqui porque o pessoal do exterior não sofre os preços abusivos do Brasil (Tipo um carro de entrada por R$60.000,00). A maioria das que encontrei são Stratos tradicionais, com 3 captadores single. Algumas marcas com preço "acessível" que encontrei: Tagima Memphis, PHX, Condor, Waldman, Shelter. Alguém já teve ou tocou uma dessas? Como é a tocabilidade? Tem como um luthier deixar uma dessas aceitável? Se for pra comprar algo que causa raiva ao tocar, melhor nem pegar. Meu sonho seria uma Ibanez ou ESP vermelha, tipo as que o André Olbrich do Blind Guardian usa / usava (meu guitarrista favorito. Amo os solos de guitarra dele. Às vezes me pego do nada "cantando" os solos).
Tudo é gasto! Teria a guita, aí levar num luthier pra regular, comprar um amplificador e ainda teria a parte do ensino. Eu não sou o Malmsteen que aprendeu a tocar sozinho. Eu tenho um certo receio de fazer aula presencial e pegar um professor ruim. Eu não tenho conhecimento nem experiência pra saber se um professor é bom ou não. Eu tava pensando naqueles cursos de guitarristas no Youtube, Marcos De Ros, Ozielzinho, Gustavo Guerra... alguém já fez algum desses? Vale a pena?
Muito obrigado aos que souberem responder e responderem :)
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2020.09.06 22:23 cerisedinosaur uma mensagem que você nunca vai ler.

às vezes eu me pergunto: o que exatamente eu tô esperando? quando eu digo a mim mesma pra ter paciência ou que vale a pena aguentar a dor e todas as dúvidas qual será o prêmio pelo qual eu tanto aguardo?
será que, em algum canto do meu subconsciente, eu acredito que nós um dia vamos voltar a ser como antes? quando tudo era mágico e o mundo girava ao nosso redor ninguém podia nos parar pelo menos era o que nós achávamos
nos tornamos melhores amigos por acaso, timidamente desde aquele dia no intervalo da escola quando eu te vi escutando minha música favorita e te dei oi e depois de algumas semanas, sem nem percebermos, nós riamos juntos o dia todo por horas e horas em ligação você me contou seus segredos mais profundos e eu te contei os meus
era engraçado como você não conseguia esconder as suas bochechas vermelhas toda vez que me via ou seu sorriso bobo confesso que eu também sorria pra você
quando começamos a namorar, você me colocou no seu mais alto pedestal eu era sua rainha e você era meu porto seguro nunca fui tão feliz na vida quanto naqueles 3 meses iniciais
parecia tão real tão nítido tão óbvio que seríamos pra sempre
então por que você mudou tanto? por que você me evita agora? você usa a desculpa de que odeia escrever mensagens, por isso responde pouco mas quando eu estou com você, você escreve pros seus amigos sem problema nenhum mais do que pra mim acho que é porque você gosta deles de verdade
eu tento fingir que não percebo mas eu sei que você me liga estrategicamente quando sabe que eu tô morrendo de sono assim não precisamos conversar tanto
mas eu não posso te culpar eu te destruí demais e agora você me destrói acho que é um ciclo, não?
eu ignorei todos os sinais de que nós não éramos o certo afinal, como não poderíamos ser? nossa história se iniciou como a de um filme era tudo tangível demais pra ser mentira
mas talvez não tenha sido falso foi real definitivamente a coisa mais real que eu já senti sei que você também
mas o tempo passa e às vezes só amor não é o suficiente e me dói aceitar que talvez lá no fundo eu saiba que já não tem sentido eu esperar por você
nesse 1 ano que estamos juntos 9 meses foram um pesadelo perdi gente por sua causa fiz escolhas ruins por sua causa e você também se estragou por mim
hoje eu não me reconheço mais e é doloroso olhar pra você e não te ver
é ruim a pressão no peito que eu sinto quando te ligo e você quer fazer outra coisa ou quando eu tento conversar, mas você nunca parece interessado você não pergunta mais como eu estou ou se eu dormi bem
nem mesmo aquelas ligações aleatórias me mandando tomar água que você fazia quando nós éramos apenas amigos nada
eu sinto fisicamente que você já se foi
seus "eu te amo" e declarações não são mais o suficiente talvez o problema seja eu ou nós
eu sempre disse que morreria por você eu só não percebi que eu morri por nossa causa e agora o nosso lindo "a gente" que era eterno
não existe mais
somos só dois corpos que não se conhecem se encontrando todos os dias por rotina dizendo "eu te amo" como um pedido de desculpas ou por simples impulso
talvez eu deva tomar coragem e ir embora talvez eu deva aceitar que você parece muito mais feliz quando eu não estou por perto.
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2020.08.30 11:19 brunovhaze Pensamentos suicidas todos os dias. Preciso de ajuda

Antidepressivos me foderam hard. Acho que estou com PSSD, que é disfunção sexual pós antidepressivos. Mas não se trata só disso... Além dos sintomas sexuais (que sai BIZARROS e eu tenho vários: tô broxa, precoce, não tenho mais ereções noturnas, não sinto nem o toque lá embaixo) vem no pacote os problemas cognitivos e a COMPLETA falta de estímulos emocionais. Tem também a parte física, no caso estou ficando careca e perdendo massa muscular muito rápido, pelos ficando finos. E eu sempre fui um cara ativo no sexo e muito, muito emotivo, e com memória e cognição muito boas. Passei todos os anos da minha vida me apaixonando e nem isso consigo mais sentir, mesmo que aparecesse minha alma gêmea. Esses tempos apareceu uma gata que é exatamente eu versão feminina, e eu não senti 10% do que eu sentiria normalmente. Não pude corresponder e levei um ghosting fodido, uma coisa que eu sofreria muito no passado e me traria muita ansiedade. Também sem a mínima reação.
Não me sinto mais eu mesmo, e não quero ficar assim pra sempre. Tem gente que tá nessa há 10, 15, 20 ANOS. E eu estou há 23 dias sem a medicação e não sinto melhoria nenhuma. Estou completamente abalado, perdido e me sinto sem ajuda. Mesmo fazendo terapia, as sessões estão sendo inúteis, visto que nada mais nem me anima ou me aflige.
Estou só a casca de um humano. Um zumbi. Me assistindo fazer coisas automaticamente. Perdi o prazer vindo da coisa que eu mais amo na vida: música e sexo. De preferência ambos.
Além disso, perdi a capacidade total de sentir efeito de café, cigarro e álcool. Além de que os remédios (pra dor de cabeça por exemplo) não fazem mais efeito, igualmente.
Não consigo mais sentir sono, fome, nada. Tenho muita saudade de mim. Muita mesmo. Daria tudo pra me ter de volta, pra ter minha depressão e ansiedade alta comigo, afinal, criavam minha identidade e personalidade.
Eu penso em suicídio e planejo isso todos os dias, e não sinto absolutamente nada por isso. Estou desesperado e não sinto nada sobre também. Eu quero morrer. Não é possível viver pela metade. Tenho medo de esquecer quem um dia eu já fui. Malditos psiquiatras que dizem a mentira de cérebro desequilibrado. Nunca mais toco nessas porras, que me deixaram sequelado por conta de uma solução ridícula que não muda nada na vida. E pior: eu tomei a contragosto.
"Equilíbrio se move mas não se muda. Fragmentos e lamentos são o que compõem tudo aquilo que te fica e tudo aquilo que se vai. Pra só depois poder quem sabe passar a ser tudo que já fui, só não exatamente aquele outro que eu deixei pra traz. Aí fica a nóia de esquecer. Mudar e rearranjar, só pode ser. Tudo é arranjo, tudo é composição mesmo. É o jeito. Mutável só se for até equilibrar. Acaba tudo sendo antes de qualquer coisa, mútuo, e antes de mais nada, métrico. E o tempo é mestre, e o mestre mandou. Quer queira, quer não. Acontece. Parece viagem, ô se parece. Parceiro, te juro que é, bota fé? Diz ai. Só assim. Toma um passe. É passageiro. Bença. Confessa e desabafa. Sinta o que for, até acabar, até que despedace. Até que padeça contra a própria vontade. Só não me pergunte no que é que pode dar. De duas é sempre uma: vá cedo ou venha tarde"
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2020.08.30 02:32 querocafune parece fanfic mas eu juro que aconteceu

vou contar o filme que minha vida virou...
Pro contexto: eu acabei de voltar de um intercâmbio de 8meses em Wellington, na Nova Zelândia
Então, conheci esse menino na minha escola, numa aula feita pra que pessoas do mesmo ano escolar se relacionem, era uma aula de meia hora que acontecia duas vezes por semana, então não tínhamos muito contato, mas sempre sentava com ele e os amigos dele nesse tempo. Como eu era estudante internacional, não tinha muitas amizades além dos brasileiros que estavam na mesma situação que eu, então eu achava um máximo ter esse grupinho pra conversar. Enfim, entramos em lockdown em março, e as aulas online começaram, e essa aula parou de acontecer. Eu tentava fazer amizade com pessoas de outras aulas por mensagem, mas ninguém continuava a conversa... até que depois de algumas semanas eu e esse menino, começamos a conversar pelo instagram, conversávamos a cada 2 dias, mais ou menos, sobre coisas bem aleatórias, mas era alguém com quem conversar. E eu sempre fui muito devagar pra relacionamentos românticos né, mas resolvi investir nele e ver no que dava. Eu tentava flertar, mas além da falta de experiência tinha o fator idioma, flertar em inglês é uma coisa assim... complicada kkkk
Passamos 2 meses de quarentena e as coisas começaram a reabrir, obrigado Nova Zelândia!! E acabei chamando ele pra sairmos quando pudéssemos. Fomos tomar um café, e como sou do Brasil tive que honrar o estereótipo e chegar 1hora depois do combinado, me culpei muito por isso, mas no final das contas passamos um tempo bem legal juntos, mas não rolou nada. Mais ou menos uma semana depois sugeri que saíssemos de novo, e acabamos indo pro “cable car”, basicamente um carrinho que sobe um morro, mas que é um dos lugares turísticos da cidade, junto com o jardim botânico que fica no topo desse morro. Eu, na inocência, me arrumei pra encontrar ele, quando chego lá ele tinha levado uma garrafinha de água, preparado pra dar uma caminhada kkkk andamos igual notícia ruim, e eu sempre fingindo costume e não mostrando que eu estava a beira do desmaio... Obviamente, não conseguimos conversar muito, mas cada experiência é uma experiência. No final, quando já não tinha mais subidas ou descidas de morro tentei jogar um charme, um elogio, mas ele não captou minhas mensagens, um tempo depois ele disse que tinha dever de casa e foi embora na vespa dele kkkkk
Continuei persistente, porque apesar de tudo eu gostava das nossas conversas e de passar tempo com ele, e mesmo que não desse certo, seria uma amizade de um outro país, eu não tinha o que perder.
Foi aí que fomos nesse museu, “te papa”, que tem exposições interativas e é super interessante, mas eu já tinha ido lá no mínimo umas 3 vezes, então eu estava com bastante foco no objetivo kkkkk eu nunca encontrava a hora certa pra dar o primeiro passo, e ficou nisso durante o dia inteiro. Até que quando estávamos indo embora, dessa vez ele não estava dirigindo a motinha dele então pegamos o mesmo ônibus pra casa, o ponto dele era antes do meu e quando ele desceu eu não aguentei, e senti que deveria fazer alguma coisa. É aí que a produção entra em cena, eu levantei e pedi pro motorista parar o ônibus, falei que eu tinha que fazer uma coisa rapidinha e eu já voltava, aí eu desci do ônibus e corri atrás dele, ele achou que estava sendo assaltado, mas eu fui e falei pra ele que eu senti que perdi muitas oportunidades de fazer isso durante o dia mas que eu tinha que fazer isso, aí perguntei se eu podia beijar ele, ele disse que sim!!! Voltei pro ônibus e a cara do motorista foi muito boa, ele viu tudo pelo retrovisor kkkkk DETALHE, tava chovendo.
Depois conversamos por mensagem, e eu falei que não sei de onde eu tinha arranjado coragem pra fazer aquilo, mas que eu estava muito fez de ter feito.
Na segunda-feira, combinamos de encontrar depois da aula, acabamos indo pra casa dele e conheci a mãe dele kkkk fiquei meio sem reação, não sabia o que fazer, foi super bizarro, mas de novo, cada experiência é uma experiência né? A mãe dele saiu e ele tentou me beijar, mas eu travei tanto que não consegui, ele coitado ficou super confuso, e eu comecei a tagarelar sobre timidez, insegurança, umas coisas nada a ver, tentando me justificar... Ele só ficou mais confuso, resolvemos então dar uma volta e fomos comprar pão, fomos num parquinho e comemos lá... Conversarmos e tava tudo muito bom, mesmo eu tendo tornado tudo muito constrangedor. Cada um foi pra casa e ficou aquele clima estranho, mesmo ambos querendo a mesma coisa.
Mais tarde mandei mensagem pra ele falando sobre minha mania de auto-sabotagem, e que tudo tava sendo tão bom que alguma coisa em mim me dizia que tava errado, então eu estraguei tudo. Ele não entendeu direito, então só falei pra que a gente ignorasse tudo o que eu falei e continuar do jeito que tava antes kkkkk
Dia vai, dia vem e esse amigo dele deu uma festa, um dia antes de uma viagem que eu iria fazer, mas eu fui mesmo assim. Fui com uma galera da minha outra aula, e já tava me sentindo mais confortável, até que eu chego na festa... Uma coisa bem maluca kkkk tinha uma fogueira com sofás em volta, uma garagem com colchões e bebidas, uma caixa de som, e gente usando vape. Até aí tudo bem, encontrei ele e as coisas tavam indo na paz, tirando a parte em que tive que ensinar ele como eu beijava de língua, que foi um pouco constrangedor mas que no final deu tudo certo, a gente se encaixou e ficamos agarradinhos perto da fogueira, porque tava muito frio! Até que um doido resolve tirar o próprio sapato, colocar vodca pura dentro e beber... pois é, como reagir? Ok, algumas horas se passam e esse menino do sapato, surpreendentemente, começa a passar muito mal, então deitam ele em um dos colchões e eu falando pra darem água pra ele... Não sei o que rolou, voltei pra perto da fogueira, não ia dar uma de baba pra alguém que eu nem conheço. Até que um carro entra onde a gente tava, eram os pais do menino do sapato, tiveram que buscar ele porque ele só tava piorando...
Por causa da confusão dos pais, uma das vizinhas chegou lá pra ver o que tava acontecendo, então o menino que eu tava beijando, já um pouco alterado levanta e fala que a gente tem que sair dali pra que não me deportassem kkkk eu fui com ele, entramos num lugar muito escuro e eu comecei a ficar com medo, porque por mais que eu goste dele eu não queria morrer. Fomos parar numa estação de trem e ficamos rondando por lá por um tempo, sem saber o que tava acontecendo na festa, mais tarde a gente voltou pra lá e tinham guardado tudo, os sofás, a música, apagado a fogueira, e estavam falando que tinha baixado polícia lá... Não vi nada. Tava todo mundo indo embora, e achei melhor eu também ir, mas minha carona tinha vazado, fiquei sem saber o que fazer, então tive que ligar pra minha hostmom pra ela vir me buscar, achei que ia levar esporro, mas ela achou até bom eu ter feito isso kkkk
No dia seguinte eu fui pra minha viagem, e foi muito boa, conheci gente nova e fiz coisas que nem acreditava que faria, inclusive pular de avião e de bungee jump! - mas agora, a história é sobre meu romance clichê
Quando eu voltei marcamos de encontrar várias vezes, e tudo tava sendo lindo e cor de rosa... conheci a família dele, até a vó kkk e ele a minha hostfamily. Eu tava nas nuvens.
Porém, com toda essa complicação do covid, minha data de volta tava sempre mudando. Até que confirmaram meu voo pro dia 29 de agosto, ok, me planejei organizei o que eu iria fazer. Só que uma semana antes me ligam avisando que mudaram a data mais uma vez, só que dessa vez pra 4 dias mais cedo! Eu entrei em pânico, por mais que 4 dias parece pouco, mas é muita coisa... Tive que remanejar tudo, remarcar as despedidas e tudo mais. eu tava muito emocional, chorava por tudo.
Até que um dia nessa última semana, eu tinha acabado de jantar e estava brincando com as crianças da minha casa, ele me liga e pede pra que eu fosse lá fora, fiquei super confusa, mas eu fui. DETALHE, tava chovendo também... Eu perguntei o que ele tava fazendo ali e ele disse que tava fazendo uma corrida noturna e que eu não poderia ir embora sem que ele falasse isso, foi aí que ele disse que me ama... Eu fiquei em choque, não tava caindo a ficha de que isso tava acontecendo, eu perguntei se ele queria entrar, tomar uma xícara de chá, sei lá... Ele me disse pra pensar sobre isso e que tinha que ir embora, então ele saiu correndo. Eu voltei pra dentro e não conseguir pegar no sono. depois, mandei mensagem pra ele falando que eu não esperava por isso e perguntei se ele tinha certeza do que ele tinha falado, conversamos bastante mas eu ainda não conseguia engolir, mesmo com ele sendo incrivelmente perfeito em tudo que ele falou pra mim. Na manhã seguinte tive minha sessão de terapia semanal, ouvi umas poucas e boas de como eu negava o amor dos outros, de como eu achava que por eu não me amar ninguém seria capaz de fazer isso... E cada palavra valeu a pena, quando acabou disse pra ele que queria ver ele, e de noite fomos pra cidade, e com toda certeza foi uma das melhores escolhas da minha vida. Jantamos pizza e caminhamos por todo lugar, e quando tava chegando a hora dele ir embora não deu, e comecei a chorar, me abri pra ele e disse que também amava ele, e ficou assim, os dois boiolas chorando num ponto de ônibus, olhando um pra cara do outro. Mas por mais triste que eu tava, me senti muito bem de estar vivendo aquilo. Levantamos e continuamos a andar pela cidade, dando sempre uns intervalos pruns beijinhos...
Então ele teve que ir embora, e quando ele deu partida na motinha dele eu gritei pra todo mundo ouvir que eu amo ele! Comecei a chorar de novo, muito muito mesmo, não só por ele, mas por tudo que eu vivenciei naquele país, vida, morte, conexão, solidão, despedida, saudade, amizade, amor, tudo que faz a vida valer a pena e como muitas vezes já pensei que nada disso valia a pena. Esses 8 meses me ensinaram o que é estar vivo, e sou muito grata por ter aprendido isso!! nessa minha profunda reflexão, meu ônibus chegou, e era um ônibus de dois andares, eu que não vou boba nem nada fui pra frente da parte de cima, chorar ainda mais e fazer esse filme ainda mais clichê...
Até que enfim, chega meu dia de voltar pro Brasil, ele foi no aeroporto se despedir, e eu não passei um segundo sequer sem chorar, desde Wellington até BH, quase 3 dias de viagem e de muitas lágrimas...
A gente tem conversado todos os dias desde que cheguei, e sinto muita falta dele, mas ainda fico com receio de expressar tudo isso e ficar ainda mais triste com a situação, não sei como começar a conversa sobre o que vai acontecer entre a gente, se estamos em um relacionamento a distância ou continuarmos nos amando só que em forma de amizade, se ele toparia um relacionamento aberto, ou sobre o que ele planeja pra nós... Tenho medo de conversar com ele sobre tudo isso e estragar o que a gente tá tendo agora, porque por mais que exista a distância ainda sei que ele está lá pra mim do mesmo jeito que estou aqui pra ele...
E é isso, só queria abrir minha história a debate mesmo. Valeu aí...
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2020.08.29 23:44 unfortunatelytired5 queria deixar aqui um aglomerado de coisas que nunca vou dizer diretamente pra você

oi!
tô aqui no final de tarde, tomando aquela cervejinha que você odiava o cheiro e sempre tentava fazer com que eu parasse de tomar, especialmente com teus pais.
a vida vai bem, no geral. meu avô tá bem, meu relacionamento com meus pais melhorou e nossa doguinha tá correndo feliz pelo quintal enquanto tô escrevendo isso.
ando pensando na gente nos últimos dias. tô ouvindo aquela música do modern que nunca imaginei que fosse retratar justamente você.
nesses últimos seis meses eu conheci bastante gente, todas pelo instagram, tinder e afins. tentei seguir com minha vida, conquistar meu espaço e encontrar de novo alguém que mexa comigo, nem que seja uma fração daquilo que você mexeu.
lembro como se fosse ontem o dia que te encontrei, como nos envolvemos e como pude te confidenciar toda minha história. você se interessou, me acolheu quando mais me senti sozinho. queria ter isso de novo. nunca imaginei que estaria na situação que estou. não culpo você por ter ido buscar tua felicidade e ter ido viver de outra forma. ao mesmo tempo, fico magoado pela forma como tu começou a namorar pouquíssimos meses depois de termos terminado. tu foi algo totalmente diferente pra mim. tínhamos uma família, uma ligação que sempre sonhei. até hoje não sei por que tu foi embora e essa dúvida volta a me atormentar de vez em quando, tipo agora.
por um lado, tenho consciência de que não devo perder meu tempo pensando nessas coisas. foi você que quis ir embora, mesmo com o tanto que sempre cuidei de você e da gente. claro, você deve ter teus motivos e tua versão da história, mas ainda assim acho que isso sempre vai mexer comigo.
vou entrar agora, pegar mais uma cerveja e jogar meu joguinho novo. tenho saudade de te contar as coisas. tu era minha melhor amiga, além de tudo. não sou ingênuo e sei como as coisas são, mas nunca imaginei que estaria assim por causa de você. espero que o pz te faça bem e que você seja feliz, mas também queria que tu reconhecesse tua irresponsabilidade comigo.
enfim, não tem muito o que falar, nada vai mudar o que aconteceu e nossas ideias. espero que todos aí fiquem bem, amo toda tua família e agradeço todos por sempre terem sido tão carinhosos comigo. só quis escrever isso em algum lugar, poucas vezes na minha vida eu estive tão triste. fiquem todos bem e se cuidem. torço pra que todos sejam felizes s2
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2020.08.28 19:08 FlavioKD9 Fugi de um Zoológico Alienígena

Eu fugi de um Zoológico Alienígena onde sou um espécime raro de ser humano. Bom, tirando a piada horrível, cá estou eu de novo desabafando. Tenho 22 anos e minha autoestima não existe, e isso já faz um bom tempo. Nunca fui a pessoa popular da escola, porque eu era feio, gordo, e alguns outros detalhes que vão aparecendo conforme vocês leem o texto. Ok, eu nunca liguei muito pra falar a verdade, é claro que eu estaria sendo hipócrita em falar que eu não gostaria de fazer parte do grupo das pessoas bonitas, populares, rodeadas de pessoas, cheias de talentos, etc. Conforme fui crescendo, uma surpresa.... nada mudou. Tentei ir ao dentista arrumar os meus dentes, coloquei aparelho, usei por alguns meses, que eu me lembre foi quase um ano, pra depois descobrir que não estava adiantando de nada, e que eu tinha a mordida aberta, ou seja, só com cirurgia pra resolver. Minha mãe é super protetora, sou filho único e blá blá blá. Eu a entendo, era uma cirurgia, até onde ela pensava ser desnecessária e cara, então deixei por essa. Agora durante a quarentena, fui pesquisar um pouco mais sobre essa condição, e descobri que a mordida aberta, causa problemas na dicção, que sempre tive aliais. Sem contar que não consigo mais sorrir naturalmente.
Ok, esse é um dos problemas, agora o outro é que eu uso óculos. (Ah, mas não é tão problema assim...) Realmente, eu concordo que tem outros problemas que com certeza são MUITO piores. Mas é um a mais na lista de autoestima baixa. Outro problema, é que eu tenho uma crosta meio preta, marrom, sei lá, parecendo sujeira no pescoço e nas axilas. Outro detalhe que me deixa completamente inseguro, é que eu tenho uma única bola. Não fui atrás pra saber se tem algum problema que afeta de alguma forma o processo de reprodução, mas me deixa muito inseguro. Outros detalhes que vou passar por cima, a pele das minhas mãos são completamente secas, mesmo eu passando creme todos os dias, nada resolve.
Tenho suor excessivo quando vou dormir, não é sempre, mas em dias que eu durmo muito ansioso ou preocupado com alguma coisa, acontece isso, aí tenho que acordar no meio da noite, todo suado e trocar de roupa. Não tenho talento. Eu sei que vão dizer que eu devo ter algum talento, só não achei ainda, pode ser verdade, mas eu tenho um violão que nunca aprendi a tocar porque não tenho ritmo, consigo fazer os acordes, mas não consigo tocar e ao mesmo tempo trocar os acordes. Cozinhar eu sei o básico. Desenho só os de palitinho. Jogar eu sou horrível, sempre joguei no médio/fácil.
E algo que tem me deixado maluco durante a quarentena, é que eu encontrei o amor pela arte (música, atuação, dança, cantar, entre várias outras) e eu sou completamente horrível neles. Mas é algo que eu amo, e amaria trabalhar. Agora vou falar um pouco da famosa ansiedade, convivo com ela desde o ensino médio, nunca fui a um psicólogo porque ela começa sugando poucas coisas, que vão te impedindo de fazer coisas, e de seguir os sonhos. Até chegar no ponto de ano passado, eu não conseguir me reconhecer no espelho, não sabia o que eu gostava, o que tinha de ambição, entre outras milhares de coisas que, agora, estou tentando retomar.
Vamos recapitular: feio, gordo, mordida aberta, crosta estranha, pele extremamente seca nas mãos, óculos, suor excessivo, sem talento e ansiedade. Eu nunca me apaixonei completamente por alguém, já perdi o BV, mas a gente estava meio bêbado em uma festa. Sou virgem (Nossa, sério **por favor, fingem surpresa aqui**). No início da quarentena, eu me apaixonei..., mas me apaixonei por uma pessoa próxima, certo? Errado, me apaixonei por uma pessoa inalcançável. Literalmente, ela é brasileira, famosa, mais de 15M de seguidores no Instagram. E não foi aquela paixão com teor sexual, eu me apaixonei daquela forma boba, de querer estar com a pessoa, saber como foi o dia dela, ver ela crescer e brilhar, beber um vinho e conversar sobre tudo, viajar, etc. E eu sei que nunca vai rolar, porque... bem, eu sou eu e ela é inalcançável.
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2020.08.28 12:21 littledremer Sou babaca por acabar com a vida social do meu ex-melhor amigo?

(Aviso todos os nomes são os nomes do meu WhatsApp) Bem vamos lá… eu conheci o Berdinazo, há três anos atrás, 2018, e naquela época minha chance de ter amigos não era muito grande… Motivos? Eu meio que era muito isolada, eu era nova na escola e talvez só talvez levemente grudenta. (Não me julgue por isso.) A primeira pessoa que eu tinha feito amizade foi… Corna Chifruda? (Sem ideia para nomes decentes, ok eu já avisei no começo ) eu formei meu grupinho de amigos, Berdinazo, Corna Chifruda e Mangali, todos são fãs de coração de k-pop e desenhavam, eu tinha me juntado a eles por que eu desenhava, é uma coisa que eu amo desde pequena. Bem eu não sei quando as coisas começaram a ficar muito ruins pro meu lado, mas eu me lembro que eu era forçada a aprender coreografias de músicas que nem gostava. Eu só fazia isso porque se eu não aprendesse eu ia ficar sozinha, eu também passei por mudanças extremas no meu estilo de desenho. Por mais que eu tivesse outro grupo de amigas, que eu formei no 8 ano, 2019, essas retardadas do outro grupo que eu fiz, eu só via de tarde, por sinal essas amigas estão me dando um apoio emocional gigantesco, eu amo muito elas. Então ou eu ficava naquele grupo da manhã sendo forçada a aprender coreografias que eu não queria ou eu ficava sozinha a manhã inteira. O que eu escolhi? Ficar com o grupo da manhã e o da tarde. Passou um tempão eu suportando aprender coreografias e tal, eles sabiam que eu era péssima decorando esse tipo de coisa, uma vez que o Berdinazo reclamou da minha demora aprendendo coreografias, de eu não dançar direito, já me me chamou de burra já me fez chorar muitas vezes, me obriga a emprestar o meu tablet mesmo que eu já tenha explicado que eu tenho um amor por ele e tenho medo de que alguém o quebre e falou umas merdas sobre mim para outras pessoas. Eu vou contar como eu comecei a ficar desconfiada sobre a minha "amizade" com o Berdinazo. Foi assim, ele me pediu para eu ir na casa dele para eu aprender a coreografia de forma mais rápida, ele me ensinou quase nada e alguns dias depois, Corna Chifruda me pediu para eu ir na casa dela, pelo mesmo motivo. Eu mostrei tudo o que eu aprendi e ela falou que a parte do Berdinazo estava errada, ela mandou mensagem pra ele falando isso é ele respondeu que não era culpa dele de eu ser burra e não conseguir aprender coreografias direito, sendo que ele aprovou tudo. Aquilo me deixou em choque e extremamente triste, ele só pediu desculpas quando eu falei " e vc nem tem a cara de Pau de pedir desculpas." No fim eu acabei me desculpando por que eu achei que eu tinha pegado pesado demais. Vamos para fatos mais recentes, começo desse ano antes da pandemia, nós quatro criamos um grupo de música, que por sinal eu saí dele. Ele me pediu para decorar uma coreografia até o fim do dia, eu tentei explicar que não ia dar por que eu ia viajar naquele dia. Então ele virou e falou : "Vc vai chorar que nem sempre quando agente for fazer o dance!" Eu continuei tentando explicar, enquanto ele claramente estava cagando pro que eu tava falando. Naquele dia eu tomei birra e parei de aprender coreografias. Eu ainda sim continuei no grupo, ainda sendo amiga de todos. Minhas amigas da tarde começaram a me falar que ele era tóxico e eu fiquei em negação falando que não era assim e tal. Teve outra vez que eles me pediram pra desenhar os "mascotes do grupo" cada mascote representaria um de nós, o Berdinazo falou que não ia ajudar em nem uma das tarefinhas que foram separadas, como ele também tinha saído do grupo por causa disso eu resolvi desenhar todos os mascotes até incluindo o dele na imagem. Eu passei um dia inteiro pra fazer tudo. (Eu vou mandar a imagem no final.) No final ele reclamou de não ser o animal que ele queria, falou que agente não iria usar, me bloqueou, saiu de todos os grupos que a gente tava e falou para a Corna que sentia nojo de mim da Mangali e dela. (Por que elas me defenderam.) Essa é a última história antes da minha saída do grupo, foi no dia 23 de julho de 2020, eu tinha postado um shitpost no meu status que tinha uma coreografia no fundo, o Berdinazo falou o seguinte: "Duvido vc aprender essa coreo😌😌😌😌😌" eu falei que eu não ia porque eu estava de castigo. A resposta dele foi: "Tá ok mais vc podia ter usado o sem tempo de ver anime pra treinar…." Ai eu respondi "Berdinazo eu estou a 5 dias sem ver por que eu estou de castigo, além disso eu não só vejo anime, cuido das aulinhas da minha irmã." ele simplesmente ignorou a minha resposta. Essa é a última parte da história, dia 24 de julho de 2020, no dia anterior eu estava fazendo todas as tarefas que eu deixei de fazer, por sinal eu fiquei acordada até mais tarde fazendo elas, eu acordei e eu vi mensagem pra caramba no grupo, eu fui ver e o pessoal estava reclamando que eu não podia ir com eles gravar o teaser do nosso grupo, tinham alguns problemas no plano deles, um a minha mãe não deixou, dois eu estava de CASTIGO, três eu não queria, quatro a gente está no meio de uma PANDEMIA. Eu não alterei a voz em nem um momento da história, tentei me manter calma enquanto ele e a Corna falavam que era porque eu assistia anime. Fiquei tentando explicar que não dava que eu estava de castigo e eu não vejo tanto anime, Berdinazo começou a falar que não têm mv sem coreografia, sendo que a gente nem tinha terminado os vocais, a Corna falou que foi bom eu ter perdido os meus eletrônicos, eles começaram a me fazer sentir culpada, eu pedi desculpas falando: " Desculpa eu ñ queria atrasar, eu sei q a maioria das vezes é a minha culpa, eu sei que geral tá puto comigo" depois dessa mensagem que eu mandei eu comecei a chorar e foi aí que eu percebi quanto essa amizade tava me fazendo mal. Eu saí do grupo de música falando o seguinte: " olha, eu não tô mais gostando, vocês estão ficando putos comigo por causa disso e tal, eu tenho o direito de falar o seguinte eu quero sair sendo sincera minha agenda não tá batendo com a de vocês, eu não tô mais afim e vocês vão ficar putos porque: aí agora que agente tava briga com a 'Yui' a 'Yui' vai sair do grupo. mais não, não é só por isso. Eu só sei que eu vou sair do grupo hoje e é isso tchau galera. Espero que vocês não fiquem putos comigo, ok? Isso é uma decisão minha por favor nao fiquem bravos isso não é uma desistência da nossa amizade apenas uma vontade minha de sair deste grupo." Após isso eu mandei uma mensagem pro Berdinazo. "Ei, be vou me afastar por um tempo indeterminado de vcs. Desculpa e tal, mas eu preciso respirar um pouco." A resposta dele foi uma figurinha e "Aí drama" eu o respondi com: "um dos motivos é esse vc acha que eu exagero tudo" ele respondeu "todo mundo acha kkkk" Minhas últimas mensagem pra ele foram: Isso realmente me incomoda eu nunca ser levada a sério. Vc já me fez chorar 15 vezes esse ano vc acha que isso é normal?! Eu só quero um tempo ok?" Alguns dias depois o menino me mandou mensagem falando que eu ia voltar eu respondi que não ia e falei que o grupo estava me fazendo mal. No dia seguinte eu contei toda a história para uma amiga que passou por quase a mesma coisa que eu. Ela mandou mensagem para TODOS do grupo, xingando Berdinazo, conversando com Magali e a Corna. No fim ele me perguntou pra quem mais eu tinha falado a história, eu acabei falando que foi para apenas o grupinho da tarde e a amiga que "falou com ele". Mesmo que eu tenha terminado a amizade com ele, eu me sinto mal e já pensei em voltar. Esse acontecimento vai excluí-lo de alguns eventos que as minhas amigas vão fazer quando a quarentena acabar. Eu realmente me sinto mal por isso, eu realmente não queria acabar com a felicidade dele.
Sou babaca por sair do grupo de música e quase isolar o garoto?
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2020.08.22 03:04 JCrystalZ Estou feliz por meus ídolos terem lançado mais uma ótima música, e bem quando eu precisava. "BTS - Dynamite"

BTS é um grupo de cantores que são bem populares atualmente. Muitos se deixam levar pelo preconceito e não sabem que as suas músicas são o conforto de muitas pessoas. Vi muitas histórias de pessoas que tem/tinham problemas como depressão, e ao ouvir e ler as músicas/letras deles encontraram ajuda e conforto. E por isso, eu recomendo muito a vocês as músicas deles. Você pode dançar, pode refletir, simplesmente se deixar levar pelas vibes que mexem com as suas emoções com as variadas músicas deles. Ontem, meia noite, eles lançaram a música "DYNAMITE" e esses dias eu estava me sentindo muito pra baixo, estava lenta e não queria fazer nada além de ficar na minha cama. Até que eu vi a notificação de que iriam iniciar uma live e logo em seguida a estreia do novo single. Como eu conheço e amo muito eles, sei que sempre vou ficar feliz por vê-los num "cenário" novo, então botei um lembrete. Eu vi o finalzinho da live e assisti até a contagem regressiva do MV. Quando eu vi aquele colorido, o som com vibe anos 80, os sorrisos e os rostos deles, e aquelas referências icônicas dos anos 80, eu me animei e fiquei muito feliz com o novo trabalho deles. Estou muito orgulhosa do talento deles e por eu ter conhecido eles a tempo. Se você se interessa, escute 00:00, Magic Shop, Love Myself, Epiphany, 2!3!, e se gostar dessas, quem sabe você escuta as outras músicas e acaba se tornando um(a) Army, como aconteceu comigo kkk :3 Sou muito feliz por acompanhá-los e ter músicas incríveis e significantes em meus ouvidos 💜 Views em Dynamite!!!
BTS - Dynamite
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2020.08.21 15:15 Monkey_of_soup É meu aniversário!

O dia chegou, finalmente!! Hoje faço 16 anos, e eu estou super feliz, não só com a questão de estar cada vez mais perto dos 18, mas sim com as pessoas se lembrando de mim.
Eu nunca tive muitos amigos e eu meio que fazia isso, eu era gordo, metaleiro, só usava preto (só uso preto ainda), andava com a cara fechada e era extremamente grosso com todos, então ninguém nunca quis me dar um feliz aniversário.
Mas isso tá mudando, comecei a me colocar na linha, estou mais amigável, mais gentil e com mais amigos que lembraram de mim, isso me deixou extremamente feliz.
Comecei o dia escutando minhas músicas japonesas preferidas, acordando com pelo menos duas mensagens de feliz aniversário em cada rede social (não é muito, mas eu não esperava nenhuma mensagem sem ser dos meus parentes)
Além disso, estou percebendo que tenho mais amizades do que eu pensava, pessoas que eu achava que não gostava de mim, me falou que me considera demais e que gosta muito das minhas lives (eu faço lives na twitch)
É isso, não é um desabafo, é só uma vontade de falar que estou feliz, que estou me tornando uma pessoa melhor e que estou colhendo isso e está me deixando extremamente feliz, pretendo me tornar cada vez mais uma pessoa melhor para colher cada vez mais boas amizades, boas risadas, bons momentos e uma boa vida feliz!
Ah, quase esqueci, agradeço a todos desse subreddit, eu sou até que ativo aqui, desabafando sobre meus problemas, e vocês me ajudam demais, amo vocês 🤍
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